domingo, 30 de março de 2014

EU DISSE PARA VOCÊ SORRIR

EU DISSE PARA VOCÊ SORRIR


Foi em 02 de janeiro, às 02h04. Eu acordei com uma batida na porta. Uma batida a cada 3 segundos. Eu coloquei os meus chinelos e desci as escadas. Enquanto eu caminhava para baixo, as batidas na porta ficaram mais rápidas, quase como um piscar de olhos. Quando cheguei à porta, as batidas pararam, eu olhei para fora e ninguém estava lá.
Voltei para o meu quarto e para a cama, pensando que era apenas algumas crianças fazendo uma brincadeira. No 4:21 eu acordei para a porta da frente batendo. Eu pulei, apavorado. Olhei para minha janela para encontrar "sorria" escrito sobre ela. Peguei meu telefone ao meu lado, pronto para chamar o 911, só para encontrar uma mensagem escrita sobre ele dizendo: "Eu disse para você sorrir". Eu chorei e corri para a salvar a minha vida.
Assim eu bati na casa dos vizinhos do outro lado da estrada. Eles responderam e me seguraram enquanto eu chorava. Eles ligaram para a polícia. Exatamente às 5:42, a polícia chegou à minha casa vizinhos após uma extensa investigação em minha casa. Eles me disseram que não havia nenhuma evidência de qualquer outra pessoa em minha casa que eu. As mensagens na janela foram embora, assim como a o meu telefone. Disseram-me para dormir um pouco e me aconselharam a ver o médico sobre o estresse e problemas de ansiedade. Foda-se. Eu sabia o que me aconteceu foi real.
Na noite seguinte, depois de passar o dia no meus vizinhos, eu fui para casa. Eu fui para o meu quarto e configurei uma câmera. Eu a configurei para a porta do meu quarto e a minha cama. Eu a coloquei para gravar e fui dormir. Felizmente, eu dormi a noite toda. No entanto, como eu assisti o filme, eu não podia acreditar no que vi.
Às 3 da manhã, algo se arrastou para fora de debaixo da minha cama. Era um ser completamente nu, anoréxico. Ele levantou-se e olhou para mim na cama. Ele fez isso para outra hora, sem se mexer. Em seguida, ele se moveu. Ele caminhou até a câmera até que seu rosto tomou a tela inteira. Ele era extremamente pálida e tinha veias salientes por toda a sua cabeça. Seus olhos eram completamente pretos, com um enorme sorriso no rosto. Ele olhou fixamente para a câmera por mais de duas horas, sem piscar, apenas ligeiramente torcendo sua cabeça a cada vez.
Após duas horas de ele olhando para a câmera  ele caminhou de volta para a minha cama e se arrastou de volta ao abrigo. Eu pulei o vídeo para frente até que ele me mostrou levantando-se e caminhando para a câmera. O vídeo acaba ai. Eu estava congelado de medo. O vídeo mostra ele indo de volta ao abrigo, mas não saindo. Seja o que seja, ele ainda estava lá.

Eu disse para você sorrir

Eu disse para você sorrir

Foi em 02 de Janeiro, às 02:04. Eu acordei com uma batida na porta. Uma batida a cada 3 segundos. Eu coloquei meus chinelos e desci as escadas. Enquanto eu caminhava para baixo, as batidas na porta ficaram mais rápidas, quase como um piscar de olhos. Quando cheguei à porta, as batidas pararam, eu olhei para fora e ninguém estava lá.
Voltei para o meu quarto e para a cama, pensando que era apenas algumas crianças fazendo uma brincadeira. Quando era 04:21, eu acordei para a porta da frente batendo. Eu pulei, apavorado. Olhei para minha janela para encontrar Sorria escrito sobre ela. Peguei meu telefone ao lado, pronto para chamar o 911, só para encontrar uma mensagem escrita sobre ela dizendo : Eu disse para você sorrir. Eu chorei e corri para salvar minha vida.

Assim eu bati na casa dos vizinhos do outro lado da estrada. Eles responderam e me seguraram enquanto eu chorava. Eles ligaram para a polícia. Exatamente às 05:42, a polícia chegou à casa dos meus vizinhos após uma extensa investigação em minha casa. Eles disseram que não havia nenhuma evidência de qualquer outra pessoa em minha casa. As mensagens na janela foram embora, assim como a do meu telefone. Disseram-me para dormir um pouco e me aconselharam a ver o médico sobre problemas de estresse e ansiedade. Foda-se. Eu sabia que o que me aconteceu foi real.

Na noite seguinte, depois de passar o dia na casa dos vizinhos, eu fui para casa. Eu fui para o meu quarto e configurei uma câmera. Eu a configurei para a porta do meu quarto e a minha cama. Eu coloquei para gravar e fui dormir. Felizmente, eu dormi a noite toda. No entanto, como eu assisti o filme, eu não podia acreditar no que vi.

Às 03:00 da manhã, algo se arrastou para fora de debaixo da minha cama. Era um ser completamente nu, anoréxico. Ele levantou-se e olhou para mim, na cama. Ele fez isso para outra hora, sem se mexer. Em seguida, ele se moveu. Ele caminhou até a câmera até que seu rosto tomou a tela inteira. Ele era extremamente pálido e tinha veias salientes por toda a sua cabeça. Seus olhos eram completamente pretos, com um enorme sorriso no rosto. Ele olhou fixamente para a câmera por mais de duas horas, sem piscar, apenas ligeiramente torcendo sua cabeça a cada vez.

Após duas horas de ele olhando para a câmera, ele caminhou de volta para a minha cama e se arrastou de volta para o abrigo. Eu pulei o vídeo para frente até que ele me mostrou levantando-se e caminhando para a câmera. O vídeo acaba aí. Eu estava congelado de medo. O vídeo mostra ele indo de volta ao abrigo, mas não saindo. Seja o que seja, ele ainda estava lá.

Suposta história do Flappy Bird

Suposta história do Flappy Bird




Um assunto curioso e um tanto estranho. 
Costumo visitar a deep web de vez em quando, embora ela tenha se tornado notória recentemente, ela já existia, sempre existiu. 
Pouco tempo atrás me deparei com algo que achei interessante mas que não era relevante, algo que não dei muita atenção porém, passei essa madrugada toda tentando localizar o que eu havia visto pois, achei que gostariam de saber de uma história que chamo de "coincidência intrigante."
Antes de começar a história, vai aqui um resumo do que é a deep web:
Muitos conhecem ou ao menos já ouviram falar da chamada Deep Web, estou certo disso.
Por lá encontramos todo o tipo de informação e a quantidade de coisas bizarras e até mesmo desumanas são abundantes.
Em resumo, na deep web está tudo aquilo que o google e outros buscadores desprezam e o motivo é óbvio, o conteúdo geralmente é ilegal.



Muitos já sabem, para navegar na deep web basta ter um navegador específco mas, o que a maioria dos usuários comuns desconhecem é que a deep web possui níveis mais profundos e nem sempre os aplicativos padrões da própria deep web são capazes de chegarem nesses níveis.
Estou falando do que há muito além da deep web, falo da última camada chamada: Marianas Web.
A deep web é uma criança perto do primeiro nível da camada Mariana, muitos pensam ter acessado informações privadas e bizarras na deep web mas a verdade é que parte do que está ali é fake, um "vídeozinho" de alguém sendo decaptado, um animal sendo queimado vivo, por conta dessas coisas muitos pensam terem chegado ao fundo da deep web mas, estão enganados, o fundo é tão dificil de se ter acesso que até mesmo o FBI tem dificuldades em checar, ali é para poucos e sem conhecimento avançado, sem alguém que é parte disso para lhe dar as instruções e sem a ajuda de diversos softwares você não será capaz de acessá-la, eu não recomendo mas, se você é uma pessoa teimosa ao menos tenha um pc só para isso pois, ali a coisa não é brincadeira.
Agora que resumi a questão, contarei uma histórinha...
Na Marianas web existe o site de um grupo conhecido por "Devil Mate." Trata-se de uma seita satânica bem diferente de todas as outras que já conhecemos antes.
Para começar, o local é um fórum e aceita qualquer um como membro porém, os membros devem evoluir para ter acesso às informações e a única maneira de fazer isso é praticando rituais bizarros que deverão serem gravados em vídeo como uma maneira de comprovar o ato.
Os usuários membros possuem um nível que vai desde o 1 ao 66.
Usuários nível 1 não praticam rituais, basicamente são os considerados "leitores."
Depois de um tempo, a pessoa decide se quer ou não fazer parte da seita e do nível 2 em diante a coisa pega.
Beber sangue de galinha preta, comer um coração cru de um porco, beber sangue de virgem menstruada, essas são apenas algumas das obrigações dos membros que se aprofundam nessa seita e acreditem ou não, existem outros rituais ainda mais macabros e de nível extremamente cruel por lá.




Mas a questão é:
Por que alguém faria isso? Ou melhor! Em troca de que?
A resposta é: Dinheiro e fama.
A proposta da seita Devil Mate é a de formar um exercito de pessoas bem sucedidas financeiramente aliás, essa é a meta deles.
Há muito do bizarro e estranho por lá e parece que todos os membros estão satisfeitos com os resultados, funciona assim: 
Para cada nível, o membro pratica um ritual, depois disso os anciões (acho que são os moderadores ou líderes da seita) instruem o membro com uma espécie de manual detalhado sobre o que ele deverá fazer para ser bem sucedido financeiramente, por exemplo:
Se a pessoa trabalha com uma franquia de fast food, deverá seguir algumas regras e rituais, assim ela terá prosperidade financeira em seu negócio.
Eu realmente vi muitos membros por lá e teve um que me chamou muita a atenção:

Usuário Gnod...
Esse usuário parece estar em um nível relativamente avançado, 
Em uma das discussões do forum Gnod recebeu uma tarefa definitiva para alcançar o primeiro nível de prosperidade, ele já havia feito outras tarefas antes mas agora, ele passaria para o nível 27, esse parece ser o nível onde as coisas começam a andar.
Depois de ter cumprido com a tarefa ele recebeu instruções do que deveria fazer para alcançar o sucesso. As instruções estão criptografadas e podem ser lidas por meio de um criptograma especifico criado pela a Devil Mate, apenas usuários de confiança e de determinado nível conseguem a ferramenta e antes que me perguntem como eu consegui, aqui vai a resposta: Não sou membro, apenas consegui.

Na instrução criptografada contém um código fonte de um software que Gnod deveria desenvolver, o código não é completo, apenas algo oculto dentro disso tudo. Tal software faria render muito dinheiro para Gnod e a data da discussão é do final de 2012 e se trata de um jogo que deveria rodar nas plataformas iOS e Android. Após a publicação do suposto jogo, Gnod deveria realizar mais um ritual e apartir daí, seu sucesso seria absoluto, em outras palavras, Gnod se tornaria bem sucedido financeiramente. 
Agora, veremos a razão por tal assunto chamar um pouco minha atenção, veja essa imagem abaixo:


Você notou algo familiar nisso? O desenho de um pequeno pássaro na imagem é idêntico ao de um jogo chamado Flappy Bird. O jogo fez muito sucesso e o seu desenvolvedor ganhou (e ainda ganha) muito dinheiro com ele mas...
Por incrível que possa parecer, sem motivos, causa ou razões divulgadas, o desenvolvedor resolveu publicar em seu perfil no Twitter que irá retirar o jogo do ar.
Ele não diz a causa, apenas diz "Eu não aguento mais."
Veja: 


Agora, vamos analisar algumas coincidências:

Na pagina do grupo Devil Mate, temos uma imagem de um jogo que conhecemos e isso meses antes do lançamento do jogo, além disso temos o nome "Gnod," que se escrito ao contrário fica Dong.
O jogo Flappy Bird foi desenvolvido por Dong Nguyen e agora fica a pergunta: 

Gnod e Dong são pessoas diferentes?
Por que Flappy Bird, que rende milhares de dólares por dia, foi descontinuado com uma única frase,"não aguento mais" ?
Essa história toda é uma simples coincidência, ou há algo oculto nisso?
Pense no que quiser, estamos apenas supondo algo mas, se tudo tiver uma ligação então o que vem depois disso?

fonte:Medo B

CreppyGames Counter Strike


"Era mais ou menos o ano de 2006 quando eu era viciado em Counter Strike e jogava todo dia. Eu estudava da manhã na época e por isso começava a jogar a tarde e muitas vezes entrava na madrugada jogando." 

"Nesse tempo eu conheci muita gente, alguns se tornaram bons amigos e conversávamos muito no MSN, e foi em uma das noites no CS que um jogador novo entrou. Ele não falava nada, mas jogava muito bem. O nick dele era lightbel3, mas todo mundo o chamava de Light porque era mais fácil." 

"Os dias foram passando e todo dia o mesmo cara entrava, todos no servidor conversavam, mas ele ficava calado, não fazia piadinhas, não xingava ninguém e nem puxava assunto. Ele só respondia quando perguntavam algo via texto, ele nunca dizia nada no microfone". 

"Um dia todo mundo foi saindo do servidor até só ficar eu e o Light e como eu não queria mais jogar, peguei o MSN dele para conversar. Ele não era muito diferente no MSN e falava muito pouco também." 

"As semanas foram passando e aos poucos eu começava a conversar cada vez mais com ele e logo comecei a considera-lo um bom amigo. Ele falava mais comigo do que com os outros, no CS ele continuava calado mas no MSN conversava comigo, embora eu sempre tivesse que tomar a iniciativa." 

"Certa vez um outro jogador que todo mundo conhecia, o Calsonx17, começou a xingar o Light dizendo que ele usava Cheat e o Light ignorou. O Calson ficou puto com ele e o Light não dizia nada, só o matava várias vezes seguidas, até que uma hora o Calson teve que sair e se despediu do pessoal e nessa hora o Light mandou a mensagem "Você já esta morto". 

"O Calson xingou muito o Light antes de sair, mas não deu em nada. Depois de alguns dias o pessoal notou que o Calson parou de entrar no jogo e também não aparecia no MSN mais, e logo começaram a brincar dizendo que o Light o tinha matado de verdade. Era uma brincadeira que todos riam, mas o Light continuava a não falar nada." 

"Quando eu comentava com ele no MSN sobre o Calson ter sumido, ele não levava o assunto em diante. Até que mais ou menos um mês e meio depois o Calson entrou no servidor, todo mundo começou a brincar falando que ele voltou dos mortos." 

"Mas o mais estranho é que ele não disse nada, apenas começou a jogar calado, nem no chat de texto ele falava nada. No MSN ele ficava online mas não respondia as perguntas e todo mundo começou a estranhar." 

"Uma semana depois durante uma partida de madrugada ele finalmente falou. Enquanto todos jogavam ele disse pelo microfone o seguinte: "Eu só queria me desculpar pelo o que eu falei naquele dia Light." 

"E tudo ficou mais estranho quando ele sumiu de novo, não se conectou mais no jogo nem no MSN, de vez em quando conversavamos sobre ele e alguém perguntava algo pro Light, mas ele só respondia "Não Sei" ou algo do tipo" 

"Três Meses depois disso o Light me falou uma coisa que me deixou muito feliz. Sua mãe tinha recebido uma proposta de emprego e em dois meses ele iria se mudar para a minha cidade (São José do Rio Preto). 

"No começo a mãe dele não sabia para que lugar da cidade iriam se mudar, mas quando estava próximo de vir, ele me disse o nome do lugar. Era na Vila Imperial, que fica apenas três quarteirões ds onde moro." 

"Quando ele se mudou, eu marquei de ir visita-lo no final de semana seguinte, ele chegou numa Quinta Feira aqui e no Sábado a tarde fui até a casa dele." 

"Chegando lá, eu interfonei e esperei um pouco, então ouvi o som de tirar o gancho mas ninguém disse nada, então eu falei "Light?" e ouvi a voz dele pela primeira vez, dizendo "Pode Subir". O portão se abriu e subi, era o sexto andar..." 

"Quando o elevador se abriu, eu fui andando e olhando o numero das portas, até perceber que a dele ficava no fim do corredor" 

"Ao chegar, percebi que a porta estava aberta, apenas encostada, provavelmente ele deixou assim para quando eu chegasse, mas mesmo assim bati na porta, esperei um pouco e ouvi uma voz dizer "Entra André". 

"Eu empurrei a porta que dava na sala e achei muito estranho o fato dela estar completamente vazia, eu sabia que estavam de mudanças mas o normal era ter um monte de móveis bagunçados e não uma sala completamente vazia." 

"Eu entrei na sala e chamei "Light?" mas não veio ninguém, fiquei um pouco nervoso com isso pois não queria ir vasculhar a casa dele e chamei mais umas três vezes até resolver esperar e após uns dois minutos chamei de novo mais algumas vezes e entrei para os fundos do lugar." 

"Achei estranho quando olhei o primeiro quarto e não tinha móvel algum também, assim como a cozinha e outro cômodo, eu já estava ficando nervoso nessa hora e não estava gostando da brincadeira." 

"Quando cheguei ao ultimo quarto, ele estava com a porta fechada e eu a abri e me assustei quando vi um garoto de costas pra parede, mas logo perguntei "Light?". E ele falou a coisa mais sinistra que já ouvi na vida que foi:" 

"Light é o nome que vocês me chamam na Internet, mas aqui eu prefiro que você me chame pelo nome que todos me chamam, que é:" 

"SATANÁS!" 

"Eu quase gritei quando ele falou isso, foi muito sinistro e então vi ele começar a se virar para minha direção, mas não cheguei a ver o rosto dele, eu saí correndo do apartamento. No corredor eu ainda consegui ouvir passos atrás de mim e desci pela escada mesmo." 

"Saí daquele prédio e chegando em casa eu deletei ele do MSN e fiquei sem jogar CS por um bom tempo, eu nunca comentei isso com os meus amigos do servidor porque fiquei com vergonha, mas aquilo foi perturbador." 

"Hoje em dia eu fico pensando sobre o que foi aquilo e que tipo de brincadeira doentia aquele cara estava tentando fazer, eu nunca mais passei perto do prédio e nem pretendo voltar, mas aquilo foi perturbador, sem dúvidas foi." 

Jill


A situação mais terrível que passei em minha vida, foi há 9 anos. Eu admito, era apenas um menino estúpido da 2ª série, não sabia quanto sofrimento e coisas terríveis existiam nesse mundo. Mas esta história não é sobre mim. É sobre uma menina que conheci em minha escola. Nós a chamávamos de “Jill”. Eu não a conhecia muito bem, era muito quieta – quase nunca falava em sala de aula, roía muito as unhas e sempre tinha cabelo cobrindo seu rosto. Ela parecia estar sempre enojada ou com uma expressão indiferente. Mas, talvez, o mais estranho dela eram seus olhos. Eram de um azul pálido e eram fundos, sempre tinham um olhar muito triste ou frio, como se ela estivesse sonâmbula ou como se tivesse acabado de chorar. As coisas começaram a ficar tenebrosas com a chegada de novembro. As férias estavam quase chegando, assim, a maioria dos estudantes (incluindo eu), estávamos contando os dias para sair. Eu estava na aula de história, lendo um capítulo lá de 1800, quando um ruído me distraiu. Parecia que alguém estava gemendo, mas era um som muito leve.
Olhei para trás da minha carteira e vi Jill, que estava dormindo. Seu nariz estava ressoando e parecia que ela apertava a boca com força. Tratei de ser uma boa pessoa e a sacudi de leve, para que acordasse antes que o professor a visse. Foi quando ela acordou de forma muito estranha, com os olhos se abrindo repentinamente e com uma respiração pesada. Perguntei se ela havia tido um pesadelo, e como resposta, ela apenas balançou a cabeça negativamente e voltou a ler o livro que estava lendo antes de cair no sono. Pensei que era algo esquisito, mas foi depois de algumas horas que as coisas ficaram esquisitas de verdade. Tive apenas poucas horas de aula com Jill, então não a vi até horas depois. Minha professora de ciências me enviou à secretaria para tirar cópias de uma folha de trabalho, pois tinha esquecido de tirar no dia anterior. Quando estava a caminho, tudo parecia fora de lugar. As pessoas que eu precisava encontrar não estavam e a enfermaria estava completamente fechada. A curiosidade me fez caminhar até a porta da enfermaria, e coloquei a orelha na porta. Isso foi o que pude escutar:
“Por que ninguém além de mim pode ouvi-los?”
“Escute, ninguém está lhe dizendo nada, você precisa dormir.”
“Não! Se eu fechar os olhos, eles vão me encontrar!”
“Por favor, pare de gritar, não faça escândalo.”
Essa curta conversa foi seguida por gritos e prantos. Tirei a orelha da porta e dei alguns passos para trás. A única coisa que pensei foi: “Que diabos está acontecendo ali?”. Logo depois, a maçaneta da porta começou a girar, como se estivesse fechada e alguém quisesse sair com desespero. Após alguns segundos, Jill saiu da sala. Seu rosto estava sombrio e seus olhos estavam vermelhos, como se estivesse chorando, que é o que provavelmente estava acontecendo. Correu em direção a mim, fazendo com que nos batêssemos e caíssemos no chão. “Me ajude...” ela disse. Parecia que ela queria gritar, mas sua voz era fraca. “Por favor me ajude... Você pode escutá-los?” me perguntou. Mas, por mais que eu quisesse responder, estava muito assustado. Seus olhos não pareciam tristes ou sonolentos, mas eu via neles o limite da loucura.
Eu não consegui dizer nada, então ela levantou e correu para longe da secretaria, em direção ao refeitório. A essa hora, estava vazio. Ela caiu de joelhos no chão segurando a cabeça e gritando... Apenas gritando. Me aproximei para tentar ajudar, mas num movimento rápido ela pegou uma caneta que eu levava na mão e a enterrou no próprio ouvido, e depois no outro. Ela começou a sangrar, e largou a caneta no chão. Ficou quieta por alguns minutos, apenas respirando. Então, virou a cabeça lentamente em minha direção, lançou um olhar de desespero para mim e sussurrou “Eu ainda os escuto...”
Depois desse dia, nunca mais vi a Jill. Boatos dizem que ela foi para um manicômio, que cometeu suicídio e coisas afins. Eu nunca saberei qual foi o destino que ela tomou, mas se há algo que jamais sairá da minha memória, são aqueles olhos azuis, pálidos e fundos, olhando para mim. Seus olhos estavam envoltos na loucura, e seus ouvidos, mesmo com os tímpanos rompidos, ainda podiam ouvir as vozes que a torturavam.





Via: MedoB

Abandonados Pela Disney \ Republicado


ABANDONADO PELA DISNEY

Alguns de vocês já ouviram falar que a Disney é responsável por, pelo menos, uma cidade fantasma de verdade.
A Disney construiu o resort da Ilha do Tesouro nas Bahamas. Não começou como uma cidade fantasma! Os cruzeiros da Disney realmente paravam no resort e deixavam turistas lá pra que relaxassem em luxo.
Isso é FATO. Pode procurar.
A Disney gastou 30.000.000,000 de pratas com o lugar. Sim. Trinta milhões de dólares.
E aí deixaram pra lá.
Puseram a culpa nas águas rasas (rasas demais pros navios operarem com segurança) e até nos funcionários já que, como eram nativos de lá, eram preguiçosos demais pra trabalharem num horário decente.
É aí que os fatos acabam. Não foi por causa da areia, muito menos por que "estrangeiros são preguiçosos". Ambas foram desculpas convenientes. Não, sinceramente, não acredito que essas foram os verdadeiros motivos. Por que não caio na história oficial? Por causa do Palácio Mogli.
Perto da costa da Ilha Esmeralda, na Carolina do Norte, a Disney começara a construir um Palácio Mogli no fim dos anos 90. A ideia era um resort baseado na selva e, no meio da coisa toda, isso mesmo que você pensou, um enorme PALÁCIO.
Se você não está familiarizado com a personagem Mogli, tente lembrar da história do Menino Lobo. Se nunca leu, deve conhecer um desenho famoso da Disney, de décadas atrás, com o mesmo nome.
Mogli é uma criança abandonada na floresta, simplesmente criada por animais ao mesmo tempo que ameaçada/perseguida por eles. O Palácio Mogli foi uma manobra polêmica desde o início. A Disney comprou vários terrenos caríssimos pro projeto e teve realmente um escândalo envolvendo algumas dessas aquisições. O governo local tomou posse "urgente" de várias casas e as vendeu pra Disney. Chegou ao ponto de casas recém construídas serem condenadas sem nenhuma explicação.
Os terrenos tomados pelas autoridades serviriam pra construção de uma estrada fictícia. Tendo plena consciência do que estava havendo, as pessoas começaram a chamá-la de Rodovia Mickey Mouse.
Aí vieram os rascunhos da arte conceitual. Um grupo de almofadinhas da corporação fez uma reunião na cidade. Pretendiam mostrar pra todo mundo o quão lucrativo o projeto seria pra todos. Quando mostraram a arte conceitual, tinha um palácio tribal gigante... cercado de SELVA... cheio de homens e mulheres de tanguinha e apetrechos indígenas... bom, é justo falar que todo mundo surtou. Estavam falando de tribal, selva e tanguinhas no centro de um lugar no Sul dos Estados Unidos que não só era relativamente rico como também xenofóbico. Era uma mistura difícil de engolir praquela época. Um dos presentes tentou espalhar sua revolta, mas foi rapidamente imobilizado pelos seguranças depois de quebrar um dos quadros da apresentação com o joelho.
A Disney pegou aquele bairro e quebrou todo também. Casas foram demolidas, terra foi batida e a população não pôde fazer ou falar porcaria nenhuma. A TV e os jornais foram contra o resort no início, mas alguma conexão insana entra o pessoal da Disney e as mídias locais se fez presente e as opiniões mudaram na hora.
Foi isso aí, Ilha do Tesouro, Bahamas. A Disney enfiou milhões lá e ficou por isso mesmo. Aconteceu de novo no Palácio Mogli.
A construção foi acabada. Visitantes se hospedavam lá. Os arredores encheram de trânsito e de mais todas as perturbações associadas a um fluxo intenso de turistas irritados e perdidos.
E então acabou.
A Disney fechou o resort e ninguém teve nem ideia do que diabos acontecera. Mas todo mundo ficou bem feliz com isso. A perda da Disney foi uma coisa hilária e maravilhosa pra um grande grupo de pessoas que não quiseram aquilo em primeiro lugar.
Sinceramente nunca mais dei bola pra história desde o fechamento do lugar, mais de uma década atrás. Moro a umas quatro horas da Ilha Esmeralda e só ouvi relatos, nunca vivi o que de fato aconteceu.
Até que li um artigo de um cara que explorou a Ilha do Tesouro e montou um blog inteiro com todo tipo de merda que achou lá. Coisas... deixadas pra trás. Quebradas, destruídas e arruinadas pelos empregados revoltados por terem perdido o emprego.
Cacete, provavelmente até os moradores tinham dedo naquela destruição toda. As pessoas ficaram tão putas com a Ilha do Tesouro quanto a galera aqui ficou com o Palácio Mogli. Aliás, os boatos eram de que a Disney liberou todo o "estoque" do aquário nas águas locais quando fechou o resort, incluindo tubarões.
Bom, quem não gostaria de se promover com essa história?
O que quero falar é que esse blog sobre a Ilha do Tesouro me fez pensar. Apesar de terem passado muitos anos desde o fechamento, pensei que talvez fosse legal fazer algum tipo de "trilha urbana" no Palácio Mogli. Tirar umas fotos, escrever sobre, provavelmente ver se podia levar algo pra casa de lembrança.
Não vou dizer que fui pra lá na hora, por que, na verdade, passou um ano desde que descobri o artigo da Ilha do Tesouro até que eu fosse lá mesmo.
Durante esse ano, pesquisei o Palácio e o resort... Melhor, tentei.
Naturalmente, nenhum site ou fonte oficial relacionada a Disney fazia sequer menção ao Palácio. Limparam bem os rastros.
Mais estranho ainda foi o fato de que aparentemente ninguém antes de mim pensou em escrever sobre o Palácio ou coisa assim. Nenhuma das emissoras de TV e jornal locais sabiam dizer uma palavra sobre, o que até era o esperado já que dançaram conforme a música da Disney. Não sairiam por aí simplesmente comentando a vergonha dela, saca?
Por fim, não conseguia nem mesmo imaginar onde era o lugar. Tudo o que tinha de guia era um mapa velho pra cacete que chegara pelo correio no fim dos anos 90. Um item promocional enviado àqueles que haviam visitado o Disney World recentemente e, como tinha passado lá no fim dos anos 80, era um desses visitantes "recentes".
Não pensei realmente em me apoiar nele. Tinha sido enfiado dentro da minha gaveta com todos os livros e quadrinhos da minha infância. Só lembrei dele depois de meses pesquisando e, mesmo assim, precisei de semanas até achá-lo na caixa que meus pais jogaram minhas coisas.
Mas ACHEI o lugar. Os moradores não ajudaram em nada, já que a maioria era de gente que acabara de se mudar... ou de gente velha que simplesmente grunhia pra mim e fazia gestos mal educados assim que eu começava com "Onde posso achar o Palá-".
A viagem seguiu por uma longa estrada cheia de plantas. Espécimes tropicais tinham crescido como pragas e superpopularam a área, disputando com as espécimes nativas que realmente ERAM daquele lugar e tentavam retomar posse da terra.
Fiquei boquiaberto quando cheguei ao portão de entrada do resort. Portas enormes, de madeira de aparência monolítica, cujos suportes pareciam arrancados diretamente de sequóias gigantes.
Grudado no portão havia um pedaço de alumínio, um quadrado, com letras pintadas a tinta preta.
"ABANDONADO PELA DISNEY". Claramente uma obra de arte de algum morador ou ex-empregado que tentava protestar.
Os portões estavam entreabertos o suficiente pra passar sem o carro. Segui em frente com uma câmera digital e o mapa, que continha desenhos do layout do resort.
O interior era tão cheio de plantas quanto o exterior. Os coqueiros, sem poda e cuidados, foram engolidos por pilhas formadas por seus próprios frutos. As bananeiras tinham se tornado, também, uma mistura de fedor e casulos de insetos. Havia um tipo disputa eterna entre a ordem e o caos, exemplificada por fileiras de uma espécie de flores, cuidadosamente plantadas nos lugares certos, que jaziam intercaladas por ervas daninhas grotescas e cogumelos escuros e mal cheirosos.
Tudo o que sobrara do lado de fora se resumia a madeira quebrada e podre e outros materiais não identificáveis. O que parecia ter sido um outdoor ou um letreiro de bar era agora somente uma pilha de detritos, destruídos por vândalos e maltratado pelo clima.
A coisa mais interessantes no chão era uma estátua do Baloo, o amigo urso de O Menino Lobo, posta em uma espécie de cercado na frente do prédio principal. O personagem estava congelado num eterno cumprimento pra ninguém, encarando o vazio com um sorriso idiota e cheio de dentes, e pedaços inteiros de seu "pelo" estavam cobertos de cocô de passarinho. Ervas daninhas subiam por sua plataforma.
Segui pro prédio principal - o PALÁCIO - e vi que a parte de fora, nas partes em que a pintura original não tinha caído ou apodrecido, estava coberta de pichações. As portas da frente não estavam abertas, tinham sido arrancadas das dobradiças e levadas de lá.
Acima das portas, ou melhor, do buraco onde elas estiveram um dia, alguém pintou de novo "ABANDONADO PELA DISNEY".
Queria poder falar que encontrei várias coisas maneiras dentro do Palácio. Estátuas esquecidas, registradoras abandonadas ou uma sociedade secreta e autossustentável de mendigos.
O interior do prédio estava tão consumido, tão vazio, que cheguei a pensar que roubaram até o reboco das paredes. Qualquer coisa que fosse grande demais pra levar... Balcões, mesas, grandes árvores falsas... Tudo jazia misturado nessa câmara de eco que fazia cada passo parecer o ta-ta-ta de uma metralhadora lerda.
Chequei o piso e segui pra onde parecia interessante.
A cozinha estava daquele jeito... Uma cozinha industrial, cheia de equipamentos e espaço, construída a partir de um orçamento generoso. Superfícies de vidro foram quebradas, portas derrubadas das dobradiças e superfícies de metal amassadas por chutes. O lugar todo cheirava a mijo velho.
O imenso freezer, nem um pouco frio, tinha fileiras e fileiras de prateleiras vazias. Ganchos, provavelmente de carne, pendiam do teto. Fiquei lá dentro um pouco e reparei que eles se moviam.
Cada gancho balançava numa direção aleatória, mas seus movimentos eram tão discretos e lentos que era quase impossível notar. Imaginei que fosse resultado dos meus passos e, então, parei cada um com a minha mão, soltando cuidadosamente depois. Dentro de segundos, voltaram a mexem de novo.
Os banheiros estavam praticamente do mesmo jeito. Assim como o resort da Ilha do Tesouro, alguém tinha, metodicamente, quebrado cada vaso de porcelana com cocos e outros objetos. Tinha uns dois centímetros de água parada no chão, rançosa e fedorenta, por isso não fiquei muito tempo lá.
O mais estranhos é que os vasos e pias (e bidês dos banheiros femininos - sim, fui lá também) vazavam, pingavam e desperdiçavam água. Me pareceu que deviam ter cortado a água há muito, MUITO tempo. Havia bastante quartos no resort, mas obviamente eu não tinha tempo de investigar todos eles. Os poucos que vi estavam igualmente destruídos e não esperei achar nada lá. Imaginei que houvesse um rádio ou uma televisão em algum deles, por que realmente pensei ter ouvido uma conversa baixinho.
Apesar de parecer um sussurro, provavelmente minha própria expiração ecoando no silêncio ou água corrente me pregando peças na mente, as palavras pareciam:

-Não acreditei...
-(resposta curta)
-Não sabia disso... Não sabia...
-Seu pai te disse.
-(resposta curta ou possível choro)

Tá, tá... Parece ridículo. Só estou contando o que passei, por que pensei que pudesse ter alguém correndo naquele quarto - pior ainda, vagabundos que se escondiam ali e provavelmente me esfaqueariam.
Ao olhar pro lado de fora, vi algo interessante no pátio que não tinha percebido da primeira vez.
Uma coisa que me daria pelo menos o QUÊ mostrar depois de tanto esforço, nem que fosse só uma foto.
Havia uma estátua perfeita de uma píton, de uns dois metros, toda aconchegada tomando banho de sol num pedestal bem no meio da área. Tava quase na hora do sol se pôr e a luz caía sobre aquilo de um jeito PERFEITO pra uma foto.
Cheguei perto da píton e tirei a foto. Fiquei na ponta dos pés e tirei outra. Me aproximei pra pegar detalhes de seu rosto.
Lenta e casualmente, a píton levantou a cabeça, me olhou no fundo dos olhos, se virou e rastejou pra fora do pedestal, seguiu pela grama e sumiu entre as árvores. Todos os centímetros de seus dois metros e meio. A cabeça sumira tempos antes do rabo descer do pedestal.
A Disney soltara todos os seus animais exóticos por aí. No meu mapa, eu estava na casa dos répteis. Devia saber. Li sobre os tubarões da Ilha do Tesouro, DEVIA saber que eles fizeram isso.
Eu estava apavorado e completamente estupefato. Minha boca permaneceu aberta por um longo tempo antes de eu me tocar e voltar a terra. Pisquei algumas vezes e me distanciei de onde a cobra estivera, em direção ao Palácio.
Mesmo ela tendo ido embora, decidi não arriscar mais e volte pra dentro do prédio. Demorou algumas baforidas e uns tapas na minha fuça pra eu sair do transe.
Procurei algum lugar onde pudesse sentar por que minhas pernas pareciam gelatina. Claro, não havia NENHUM lugar pra sentar, a não ser que eu me contentasse com vidro quebrado e tapete de folha morta ou me apoiar em algum balcão questionável.
Tinha visto uma escada perto do lobby e decidi voltar pra me sentar até que me sentisse melhor. A escada estava longe o suficiente da frente do prédio pra estar relativamente limpa, à exceção de uma crosta de poeira. Tirei uma placa de metal da parede, também pintada com o bordão ABANDONADO PELA DISNEY, com o qual já me acostumava. Pus a placa na escada pra que pudesse sentar sem me sujar tanto.
A escadaria seguia pra baixo. Improvisando uma lanterna com o flash da câmera, pude ver que os degraus davam num portão de metal com barras. Uma placa na porta - dessa vez uma placa de verdade - lia "MASCOTES APENAS - OBRIGADO!".
Isso me deixou animado por dois motivos. Primeiro, uma área só pra mascotes com certeza tinha coisa interessante naquela época... Segundo, as barras da porta ainda estavam lá. Ninguém se aventurara lá embaixo. Nem os vândalos, nem os ladrões, ninguém.
Era o úncio lugar que eu podia realmente "explorar" e, quem sabe, achar coisa interessante pra fotografar ou roubar na cara de pau. Vim pro Palácio num acordo comigo mesmo, de que não seria ruim pegar o que eu quisesse por que - né - "abandonado".
Não deu muito trabalho pra abrir a fechadura. Tá, na verdade, minto. Não levou muito tempo pra arrancar a parte de metal por onde as barras da porta estavam presas. O tempo e o abandono fizeram a maior parte do trabalho. Pude dobrar a placa de metal o suficiente pra arrancar os pregos da parede e entrar - coisa que ninguém antes pensou, ou conseguiu, tempos atrás.
A área reservada pra Mascotes era assustadora de verdade, e uma mudança bem-vinda do resto do prédio. Só pra constar, esporadicamente, algumas lâmpadas ainda acendia, piscando e desligando aleatoriamente. Além do mais, nada fora roubado ou quebrado, mesmo sofrendo os efeitos do tempo e da falta de manutenção.
As mesas tinham cadernos e canetas, e havia relógios... Mesmo um lugar pra bater ponto na parede, completo com as fichas dos trabalhadores. Cadeiras estavam espalhadas e havia um espaço com uma televisão velha e cheia de estática e comida e bebida estragadas nos balcões.
Parecia um filme pós-apocalíptico, em que tudo é deixado pra trás na hora da evacuação.
Enquanto caminhava por entre os corredores, que pareciam um labirinto, a paisagem ficou cada vez mais interessante. Me embrenhando mais fundo, mesas e cadeiras foram jogadas no chão, papéis espalhados e quase fundidos ao chão úmido, e um carpete que já começava a absorver a podridão da madeira roxa do piso.
Tava tudo meio "derretido". O que eu tocava se desfazia, mesmo se o toque tivesse sido dos mais leves, e as peças de roupa das araras dentro de um dos quartinhos simplesmente se desfez numa maçaroca úmida quando encostei.
O que me incomodava mesmo era a luz, cada vez mais esparsa e fraca à medida que seguia mais fundo naquele espaço úmido e sufocante do Palácio.
Eventualmente, cheguei a uma porta listrada de preto e amarelo com as palavras "PREP DOS PERSONAGENS" desenhada nela.
A porta não abriu de primeira. Imaginei que fosse onde as fantasias estavam guardadas e eu realmente precisava de uma foto dessa visão suja e retorcida. Mas por mais que eu tentasse, a porta não abria.
Quer dizer, até eu desistir e começar a ir embora. Foi quando ouvi um barulho e a porta abriu, lentamente.
Por dentro, o quarto estava completamente escuro. Completamente. Usei o flah pra tentar achar um interruptor na parede, mas não havia nada.
Enquanto procurava, fui interrompido por um barulho de eletricidade. Fileiras de luzes acima de mim simplesmente acenderam, algumas piscando e falhando como as outras do início.
Precisei de um segundo pra ajustar os olhos, parecia que a luz iria ficar mais e mais brilhante até explodir os bulbos... mas justamente quando pensei que chegaria nesse ponto, as luzes enfraqueceram e estabilizaram.
O quarto era exatamente o que eu pensei. Várias fantasias da Disney penduradas nas paredes, arrumadas pra parecerem cadáveres de algum desenho animado esquisito.
Tinha uma arara inteira só de tanguinhas e vestes "nativas" ao fundo. O que achei esquisito, e quis fotografar na hora, era uma fantasia de Mickey Mouse no centro da sala. Ao contrário das outras, estava jogada de costas, como a vítima de um assassinato. O pelo da fantasia estava podre e se desmanchava, formando falhas. Mais estranho ainda, porém, era a cor da fantasia. Era como um negativo do Mickey de verdade. Preto onde devia ser branco e branco onde devia ser preto. O resto, normalmente, vermelho, era azul claro.
A visão era perturbadora o suficiente pra me fazer deixar aquela foto pro final.
Fotografei as fantasias nas paredes. De cima, debaixo, de lado, mostrando uma arara inteira de desenhos animados estáticos e putrefatos, alguns sem os olhos de plástico.
Decidi montar uma foto. Uma das cabeças decapitadas das fantasias. Agarrei uma fantasia de Pato Donald e, cuidadosamente pra que não desmontasse, retirei a cabeça. Enquanto eu encarava aquela cabeça olhuda, um barulho alto me fez pular de medo.
Olhei pros meus pés, e entre eles havia um crânio humano. Caíra da cabeça do mascote e se desmanchou em mil pedacinhos; só uma cara vazia e um maxilar sobraram, olhando de volta pra mim. Deixei a cabeça do Donald cair na hora, como vocês fariam, e corri para a porta. Na saída pro corredor, olhei pra trás pro crânio.
Eu precisava de uma foto, saca? PRECISAVA, por inúmeras razões que talvez pareçam bobas, mas não são se você pensar bem.
Precisava de prova do ocorrido, principalmente por que a Disney queria encobrir isso. Sem dúvida, desde o começo, mesmo que isso fosse só vista grossa das feias, a Disney era RESPONSÁVEL.
Foi quando o Mickey, o negativo, o oposto do Mickey, no meio do chão, começou a se levantar.
Primeiro sentou, depois se pôs de pé... a fantasia... ou quem estivesse lá dentro... parou no centro da sala, o rosto me encarando diretamente enquanto eu repetia "não"...
Com mãos trêmulas, o coração batendo contra o peito, e pernas de gelatina, consegui levantar a câmera e mirar a criatura-negativo que agora me encarava em silêncio.
A tela da câmera, contra a luz, mostrava só pixels no formato da coisa. Era a silhueta perfeita da fantasia do Mickey. A câmera, se movendo nas minhas mãos instáveis, acompanhava o contorno do Mickey enquanto ele se mexia. Aí a câmera desligou. Ficou quieta, a tela apagada...quebrada...
Voltei a encarar a fantasia do Mickey.
-Ei.... - chamou, numa imitação perfeita, retorcida e sussurrada da voz do Mickey - quer ver minha cabeça saindo?
Começou a puxar a própria cabeça, com seus dedos desajeitados, num movimento similar a de um homem ferido tentando se livrar dos dentes do predador...
Enquanto remexia o pescoço... tanto sangue saindo..
Um líquido grosso, amarelo e fedorento...
Me virei assim que ouvi o ruído nauseante de tecido e pele sendo rasgados... Só quis fugir. Acima da porta, do lado de fora do quarto, vi a mensagem final, marcada em metal com ossos... ou unhas...
ABANDONADO POR DEUS
Nunca descarreguei as fotos da câmera. Nunca escrevi um blog sobre. Depois de correr daquele lugar, pela minha sanidade, se não pela minha própria vida, soube por que a Disney não queria que ninguém soubesse...
Não queriam ninguém como eu entrando...
Não queriam que aquilo saísse...


Via: MedoB

A capela dos ossos


A capela dos ossos

Foto de um crânio preso a um pilar na Capela dos OssosImagine entrar em recinto e se deparar com a ossada de mais de cinco mil pessoas. Ossadas essas que revestem a parede e decoram o teto do ambiente. Crânios de pessoas que morreram na região vigiam aqueles que visitam esse local. Parece estranho? Mais estranho ainda é descobrir que esse lugar e uma capela. Seja bem-vindo a Capela dos Ossos. 

A Capela dos Ossos é um dos sete complexos religiosos espalhados pelo mundo decorado com ossos humanos. Ela está localizada em um anexo da Igreja de São Francisco, em Évora, Portugal. Foi construida no século XVII por três monges, com o objetivo de mostrar as pessoas o quão passageira é a vida, e que todos somos iguais depois da morte. A inscrição na entrada "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos" exprime o objetivo de uma obra tão exótica. 

A capela não é grande. Seu interior é formado por 3 naves de mais de 18 metros de comprimento e 11 de largura. Mas seus números relacionados a sua construção são assustadores: Calcula-se que lá dentro estão os ossos de mais de cinco mil pessoas decorando as paredes, pilares e o teto da capela. 

Além de transmitir a mensagem de que a morte é inevitável para todos, suspeita-se que a construção da capela tenha sido motivada pela falta de cemitérios, e como era comum que nobres tivessem sua sepultura dentro de igrejas, para que ficassem mais próximos de Deus depois da morte, acredita-se que essa foi uma forma de aproximar as demais pessoas do paraíso. 

Existem somente dois corpos inteiros expostos na capela: O de um homem e de uma criança. Diz a lenda que ambos, pai e filho, espancavam a mãe e quando morreram tiveram seus corpos expostos na capela como forma de punição por seus atos.

Visitamos a capela

Estivemos em Évora para visitar a Capela dos Ossos. Realmente, é um lugar que causa sensações controversas. Por um lado o medo de entrar em um ambiente coberto de ossos humanos, com crânios que parecem estar vigiando os visitantes. Por outro , a mensagem de que a morte é inevitável, e que somos todos iguais é muito forte. 

Logo na entrada, a inscrição "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos" nos recepciona com um tom sombrio. O ambiente é escuro, iluminado por duas pequenas janelas. Toda a história é contada em placas espalhadas pela capela, para que possamos entender um pouco mais sobre essa obra tão bela e sombria. 

Veja mais fotos da nossa visita a Capela dos Ossos

Foto da entrada da Capela dos Ossos 

Foto da parede coberta de ossos 

Foto do detalhe do teto, decorado com crânios 

Foto do detalhe de um pilar, decorado com crânios

Brincadeira Do Copo


Brincadeira do Copo
Primeiro gostaria de dizer que este é mais um relato enviado pelo meu brother Bart (dono do Segundo Olhar) e deixar claro que não é mentira. Não tenho como provar para vocês que é verdade, mas esse é um amigo de confiança e acredito nele. Leiam e tirem suas conclusões.

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Eu já estava com 16 anos. E meu interesse pelo desconhecido havia sido trancado em algum lugar da minha cabeça, depois do que eu havia visto, alguns anos antes, em uma "brincadeira" mal sucedida.
Mas meu irmão mais velho tem um grande conhecimento sobre esse assunto, e um belo dia me perguntou se eu gostaria de ver uma sessão com tabuleiro Ouija verdadeira. Ele afirmou que viu, e que era autêntico. E que era assustador.
Por um momento, as imagens da caneta afundando no caderno e todos os amigos da escola apavorados, garotas desmaiando, me apavorou de novo. Por outro, poder ver com pessoas mais velhas, talvez mais experientes, não seja um grande circo dos horrores.
Topei. Meu irmão falou que mais tarde me levaria a casa de um de seus amigos, e eu fiquei eufórico com a ideia.

Por volta das 20 horas, meu irmão me chamou. "Vamos lá na casa de um amigo, mas não me faça passar vergonha. Então presta atenção, porque aqui fica feia a coisa". Realmente prestei atenção. E fiquei com medo, por ser o mais novo, talvez alguma coisa sobrasse pra mim.
Chegamos. Havia por volta de 12 pessoas, contando com três garotas. Achei que todo mundo era mesmo mais velho que eu, então foi normal. Entrei junto com meu irmão, comprimentei todos, e parecia que somente eu estava tenso. Todos estavam tranquilos.
"Vamos começar, pessoal! Entra todo mundo e fechem a porta!!".
Claro que sempre fiquei por perto do meu irmão. Por precaução.
Em uma mesa no meio da sala, um tabuleiro Ouija de verdade. Não feito em um caderno. Achei uma bela peça. Cheguei e vi bem de perto.
O cara que ia fazer a "brincadeira" chegou com um copo na mão.
"Um copo?" - perguntei para meu irmão.
"É sim. Você vai entender como funciona já já."

Copo no meio do tabuleiro. O rapaz colocou o dedo indicador no centro do copo, pediu pra todo mundo calar a boca, e fez silêncio por algum tempo. Abriu os olhos, e perguntou "Tem alguém aí?".
O dedo acompanhou o copo até o "SIM" no tabuleiro. Me veio uma certa descrença, do tipo que fazíamos com os outros na escola.
"Está morto à muito tempo?", e o dedo em cima do copo, marcando a data nos numerais 1-5-8-5.
"Qual o seu nome?" o rapaz perguntou. O copo orientado pelo dedo começou parar nas letras, nessa ordem: D-O-M-E-N-I-K-O.
"Domeniko? Que porra de nome é esse?" - falei para meu irmão.
Meu irmão não me respondeu na hora. Ele fez sinal para eu ficar quieto, e olhando para o copo, sem piscar.
"O quê foi? O que você tá vendo?" perguntei, baixinho.
"Olha o copo, e olha o cara. Você vai entender...".

Então prestei atenção. Acho que ninguém estava percebendo isso. O rapaz estava pálido como um papel. E seu dedo indicador estava cerca de 5 cm acima do copo. Ele não estava mais apoiando no copo, apenas acompanhando. O copo seguia seu caminho, entre as perguntas e os "SIM" e "NÃO" que era respondido.
Segurei na manga da blusa do meu irmão, e ele segurou minha mão. Ninguém estava entendendo muito bem, acho que ninguém estava percebendo a gravidade da situação, na verdade. Todos estavam tranquilos, menos meu irmão, eu e o rapaz no tabuleiro.
Ele perguntou "Você quer ir embora?"... e o copo se adiantou à sua mão. Cerca de um palmo ele foi deslizando, bem devagar, quase parando, na direção do "NÃO". E o rapaz com o dedo esticado, longe do copo.

Todos começaram a rir. Ninguém acreditou no que viu. Acharam que era uma brincadeira.
Porém ninguém viu o semblante pálido do rapaz, ou o dedo que não estava no copo.
"Fica quieto, não fala nada, e nem se mexe, acho que vai dar bosta.".
Ele nem precisava falar. Eu já estava em choque. Não conseguia tirar os olhos do tabuleiro.
Um cara de fora gritou "Para com isso! Quem vai acreditar numa bobeira dessa?".
Duas moças que estavam mais próximas à porta da cozinha. Uma delas disse "Pronto, fulano. Já assustou todo mundo, agora fecha essa merda e vamos tomar umas!".
A outra moça deu um riso alto. Então o copo correu pela mesa, e o rapaz já não estava com a mão próxima do copo.
O copo caiu no chão, no exato momento que a menina que falou pra parar com tudo amoleceu, se escorou na parede e revirou os olhos. Antes de sentar no chão, o sangue escorreu de suas narinas e banhou sua blusa.
Aí sim, todos se tocaram no que acontecia.
Porém, todos negavam que a sessão tinha relação com o desmaio ou o sangramento da garota. Logo ela voltou a si, e disse que de repente tudo escureceu. O copo ficou quebrado em um dos cantos da sala.
Meu irmão e eu ficamos um pouco mais lá. Fomos para o quintal da casa, ascendemos um cigarro.
O rapaz que estava no tabuleiro disse "Ela zombou do que estava lá... e não era alguma coisa boa. Ela era a mais nova daqui, mais nova do que você, Bart.".
Ninguém falou sobre o assunto. A sessão terminou. Todos fomos embora.
"Achei que nunca veria isso." disse ao meu irmão.
"Eu já havia visto algumas coisas simples, mas nada como hoje. Espero nunca mais ver isso de novo.".


Depois do fato, o rapaz sempre se queixava que ouvia barulhos em sua casa. Depois de algum tempo, ele e a família mudara-se, e nunca niguém soube pra onde foram.  Acredito que o rapaz nunca mais fez outra sessão após essa.
Nunca mais meu irmão e eu participamos de outra "brincadeira".

Kali Yoga

Olá amiguinhos, como vão vocês? Peço desculpa a todos pela minha falta de postagens. Mas para reconforta-lós, vou entrar em contato com outros postadores do blog e chama-lós de volta ao "trabalho", mas enquanto isso aproveitem essa creepypasta bem legal...
Boa leitura!
Kali Yoga
Você sabe o que é meditação?
Bem, isso é uma coisa tola de se perguntar. Claro que você sabe o que é meditação. É a coisa mais nova que os gurus de meia-idade e hippies defendem para melhorar o seu bem-estar. A meditação é uma coisa muito simples. Você se senta de pernas cruzadas sobre uma superfície, fecha os olhos, coloca suas mãos em uma posição e começa sentir a sua respiração ou qualquer outra coisa que o instrutor lhe diz para fazer.
Essa é uma coisa muito chata de se fazer, não é? A maioria das pessoas acham que é difícil se concentrar em qualquer coisa, pois suas mentes vagam rapidamente em busca de qualquer objeto ou assunto que lhe agrade. É imparável. Você não pode mudar isso. Ninguém pode. Tudo o que você pode fazer é retornar o seu foco para a sua... bem, vamos chamá-la de sua âncora. O seu instrutor lhe diz para se concentrar, então tente isso, se concentre. Para a maioria das pessoas, isso não é um problema. Há no entanto, uma técnica de meditação que tem sido transmitida apenas entre os membros de uma família em particular. Esta técnica é conhecida como Kali Yoga.
Não se preocupe em procurar na Wikipédia, não está lá. Você precisa ir para uma parte remota da Índia, e poderá ouvir rumores sobre isso. Eu não posso te dizer onde ela está. Para ser capaz de aprender este estilo de Yoga, não pode ser guiado por ninguém, apenas contando com a sorte. Qualquer tentativa de buscar isso de propósito irá falhar. Agora, você pode perguntar por que alguém iria querer aprender está parte específica de Yoga. Bem, supostamente, uma pessoa que conseguir completar o treinamento vai ganhar sabedoria e conhecimento igual aos dos próprios deuses. Nada nesta terra vai surpreendê-los, e eles vão conhecer todos os segredos do universo.
Quando você iniciar o treinamento, você pode esperar algo como o que foi listado no topo deste artigo. Mas assim que chegar a um certo estágio, no entanto, você vai sentir o topo de sua cabeça sendo puxado para o céu, enquanto a área entre suas pernas e nádega sendo puxados para o chão. Você vai sentir a sua cabeça perfurando os próprios céus enquanto a parte inferior de seu corpo parece estar se afundando muito abaixo do chão. Você será capaz de sentir o que acontece em torno de sua consciência. Eventualmente, todos os segredos do universo serão revelados.
Esta é a fase mais perigosa.
A maioria das pessoas tem uma barreira espiritual que engloba a essência de seu espírito e alma, uma barreira feita de toda a memória e as crenças da pessoa. Este estilo de Yoga propositadamente cria rupturas na barreira para permitir que a sua consciência perceba as coisas escondidas por este muro de memórias e sentimentos.
O problema é que este muro está lá por uma razão. Uma vez removido, você vai ver toda a criação no seu todo. Você vai ver os deuses como eles são. Então, você vai ver as coisas que chamamos de demônios como o que eles realmente são. Você também vai perceber as coisas na borda de toda a criação. Coisas negras que buscam apenas corromper a criação.
Você vai temê-los.
Você também vai procurá-los, pois tal é o fascínio que eles marcam na alma humana.
Esta é a parte onde você deve resistir. Este é o momento no qual você precisa voltar para a sua âncora. Não fazer isso irá levá-lo mais perto da verdade corruptora. Você chegará a ela e ela deve consumi-lo. A morte será uma bênção. A maioria dos que foram vítimas não vão receber tal misericórdia. Os sortudos enlouquecem, balbuciando sobre a escuridão viva. Outros mantêm sua sanidade mental, mas não podem comer, não conseguem dormir, e não serão capazes de sentir nada além de dor constante, não importa o que eles façam. Mas o pior castigo... bem, eu não posso te dizer. Eles se foram.
Eu disse que seria uma bênção.


fonte: http://www.creepypasta.com/kali-yoga/

Desligue a luz quando sair


Desligue a luz quando sair
Na Finlândia, há um velho, mas ainda habitado, apartamento amarelo, situado em uma pequena cidade perto de uma ferrovia importante. Se você entra lá, vai logo perceber várias coisas incomuns. O texto "Desligue a luz quando você sair " está escrito ao lado de cada interruptor de luz. É raro alguém lembrar de algo tão óbvio, mas aqui é de importância crítica. Pessoas que se esquecem alguma coisa no porão nunca mais voltam para buscá-lo nessa casa.Há uma porta ali, entre algumas portas de armazenamento que não tem números sobre elas. Ao invés disso, a porta tem uma placa gasta presa nela. As pessoas irão dizer para deixar a porta sozinho. Dizem que as pessoas que olharam no buraco da fechadura viram coisas perturbadoras.Os fios e tubos no subsolo estão incrivelmente velhos, e água da casa ainda está funcionando perfeitamente, assim como a eletricidade e as linhas telefônicas. A lavanderia, que fica no subsolo, deve ser reservada se você quiser usá-la. Se você for lá sem reservar, vai sentir que está sendo observado.Essas coisas podem parecer pequenas, mas aqueles, geralmente os mais jovens, que ficaram muito curiosos ou não seguiram as regras acabaram mortos ou loucos. Geralmente as pessoas dizem que estes incidentes foram o resultado do uso de drogas ou alcoolismo, mas alguns dos acidentes estranhos não podem ser explicados. Como eu sei disso? Eu costumava ir e ajudar a minha avó que morava no apartamento e eu já vi várias vezes as ambulâncias arrastando os jovens que perderam um braço e algumas outras partes também. O pior caso foi quando eu encontrei um cadáver que parecia uma vítima de explosão na lavanderia. Suas entranhas foram salpicados por todo o quarto e seu braço esquerdo estava sentado em cima da máquina de lavar.Antes de sua morte, minha avó disse que ela sabia o que estava por trás desses incidentes. Após a 2 ª Guerra Mundial, houve uma escassez de apartamentos e um veterano de guerra que perdeu seu braço esquerdo conseguiu um quarto rudimentar no porão, sem nenhum custo, se ele ajudasse as pessoas a lavarem suas roupas. Ele fez, mas, eventualmente, alguém o insultou de alguma forma ou de outra. O veterano matou um jovem que estava com ele e depois se matou. O seu espírito ficou lá, punindo severamente aqueles que não conseguem seguir as regras da sua casa. Depois de dizer isso, ela me disse que eu nunca deveria voltar para o apartamento, pois eu sabia demais.Quando deixei aquele lugar, eu podia ver a figura de um velho, um velho homem sem seu braço esquerdo olhando para mim, refletido sobre o painel de vidro na porta da escada.

fonte: http://www.creepypasta.com/turn-off-the-light-when-you-leave/