sábado, 5 de abril de 2014

A História do Primeiro Lobisomem




Creepypasta

A História do Primeiro Lobisomem

“Desde muito tempo atrás, os Lobisomens tiveram uma fama de matadores ferozes, sanguinários e sem piedade ou, resumindo tudo, uma besta. Nos tempos atuais Lobisomens são homossexuais que tem mania de tirar a camisa quando se está perto de alguma outra pessoa, e para piorar tudo, dizem que fazem isso por que estão com calor.”   - Homenagem a Saga Crepúsculo.

Uma discontração, mas isso é coisa séria. Diz a lenda, que o primeiro Lobisomem apareceu após uma Deusa ser traída por um Humano, e assim ela, com toda ira de seu coração, prometeu fazer ele sofrer como nunca. E, simplesmente sumiu da face da Terra. (Acredita-se que ela foi para o inferno para ter uma ideia de como era o lugar que ela o mandaria, mas gostou tanto do lugar que acabou ficando por la e decidiu toturá-lo de outra maneira.)

Após o homem ter visto toda aquela cena, como não percebeu nada de diferente na sua vida, decidiu seguir em frente. Chegando em casa, como de costume, ele toma uma chícara de café e vai se deitar ao lado de sua mais nova “amada”. Ao dormir ele sonha com a Deusa matando a sua amada e a seus familiares. Num pulo, ele se acorda desesperado. Mas ao olhar para os lados, olha para sua mulher, e percebe que tudo o que ele viu não passava de um sonho, por enquanto.

Depois de 10 dias tendo esses sonhos, e assim mal conseguindo dormir, começaram a acontecer mudanças drásticas em seu corpo. Primeiro, seus olhos, orelhas, nariz e boca começaram a tornar um pouco, como posso dizer..  um pouco diferente do normal. Depois vieram o estranho crescimento excessivo de cabelos e pelos corporais, e logo após o desejo pela carne humana.

Mas, isso aconteceu entre o 10º e o 12º dia após a maldição ter sido pronunciada pela Deusa. Contudo, no 13º dia tudo em seu corpo voltou a como era antes. E, pensando que a maldição não fez efeito sobre ele, ele sai para caçar com alguns amigos. Ainda no mesmo dia, ja no finalzinho da tarde ele começa a ter algum tipo de visão, uma ilusão de um lobo de pelos de cor escura o qual corria por entre os matos e as árvores. Até tenta matá-lo com um tiro, mas seu esforço foi em vão.

Após terminarem de caçar eles se reúnem e começam a beber para distrair um pouco, e no final eles decidem acampar, ali mesmo, no meio da floresta.

Continua …

ELA PRECISA DE MIM


ELA PRECISA DE MIM

Hoje faz um mês que tudo começou, sempre vou me arrepender de ter aberto aquele caderno se vocês não entenderam ainda vou contar oque aconteceu.
Tudo começou num tarde se sábado eu estava no facebook quando três amigos meus me chamaram do lado de fora da casa
-GABRIEÉÉÉÉL ATENDE VAGABUNDO
Eu me levantei e fui checar a La estavam eles meus colegas de classe, me perguntaram se eu queria sair com eles pra zoar um pouco,eu aceitei,vesti uma bermuda montei na minha bike e fui. Foi a pior decisão que eu tomei em toda a minha vida,em pouco tempo chegamos em um velho parque construído para as crianças na época que aquele lugar ainda tinha algum morador,ficamos lá conversando fazendo piadas, até que um dos meus amigos que se chama Breno disse a seguinte frase
-véio, que bagulho é aquele
E apontou para alguma coisa enterrada com uma ponta preta pra fora da areia, fomos nós quatro como plenos adolescentes idiotas e curiosos,desenterramos e vimos um caderno totalmente preto eu peguei abri e começamos a folhear o caderno a principio era um caderno normal com matéria escolar e tal mas depois de algumas paginas acabou a matéria e começou a aparecer algumas rosas vermelhas e varias vezes a frase”PRECISO DELE” ou “NÃO POSSO VIVER SEM ELE” e varias coisas do tipo achamos que era alguma pirralha com uma paixonite aguda que jogou o caderno fora porque não dava mais pra usar ou coisa assim, isso deveria ser cerca de 6 horas da tarde, nos pegamos a bikes jogamos o caderno no chão e fomos embora. Na segunda-feira apenas dois dos meus amigos estavam na sala de aula, eu perguntei se eles sabiam oque tinha acontecido eles arregalaram os olhos pra mim e disseram
-Você não se lembra?
Quando eu respondi que não foi que começou a ficar estranho eles disseram que dormiram na casa desse que avia faltado a aula, Luciano era o nome dele mas cerca de três horas da manha alguém chamou na porta e quando eles foram atender acharam que fosse eu mas quando ele chegaram perto os olhos do suposto eu estavam totalmente negros ele invadiu a casa tentou mata-los mas não conseguiu porque o a irmã mais nova dele ligou para a policia quando viu a briga dois ficaram bem mas o outro tinha varias marcas de faca em seu peito ele estava vivo mas nesse momento estava no hospital, depois disso foi um dia normal mas no dia seguinte uma noticia muito ruim chegou a mim, ele avia morrido, em uma noite esfaqueado e na outra morto, mas não foi algo por causa das facadas, alguém entrou no hospital de noite e cortou a garganta dele. O funeral foi no final de semana daquela semana após o funeral ficamos muito tristes já que ele era um grande amigo mesmo sendo muito instável e impulsivo depois de um tempo os meus dois amigos que ainda estavam vivos chegaram na escola com marcas de faca, não eram graves eram até pequenas e fracas mas formavam o desenho da mesma rosa que estava naquele caderno. Eu sou um pouco pirado com esse tipo de coisa então estranhei que não avia acontecido nada comigo já que eu fui o que teve mais contato com o caderno por ter sido o único que tocou e abriu o maldito caderno no final do dia eles me convidaram pra dormir na casa deles de sexta pra sábado eu aceitei e na sexta preparei minhas coisas e fui com eles, de noite eles quiseram virar a noite acordados mas eu tenho sono pesado e acabei dormindo no dia seguinte acordei com o rosto sujo de sangue. Fiquei paralisado com a cena, o menor de nos e mais fraco estava morto com um buraco no peito e seu coração em sua boca, Enrique era o nome dele o funeral aconteceu na semana seguinte durante o funeral eu fiquei confuso, dois mortos mas antes torturados,já faziam três semanas que tínhamos achado o caderno, eu já deveria ter entendido mas não avia mas escapatória, pelo menos para eles três no dia seguinte ao funeral eu acordei com o alarme do meu celular e ao lado dele eu vi uma faca suja de sangue. Nessa hora eu pensei que estava condenado, como eu queria estar certo eu sai e liguei a TV já que pela morte dos dois nosso coordenador mandou que ficássemos em casa, estava passando o jornal local que estava falando da morte de duas famílias inteiras, ironicamente era a família dos dois garotos mortos, enquanto eu ouvia isso encarava a faca suja de sangue. Coloquei a faca numa mochila e fui até a casa do meu ultimo amigo vivo, Breno era o nome dele, quando ele atendeu eu entrei e mostrei a faca e contei oque eu tinha visto na TV, pra minha surpresa na casa dele também aviam visto a reportagem então veio o verdadeiro susto, testemunhas e vizinhos viram o assassino e fizeram um retrato falado que foi exibido na reportagem, não sei porque mas eu fiquei feliz quando vi meu rosto como a descrição do assassino, pus o capuz montei em minha bike e fui pra casa, meus pais estavam preocupados pelo fato de eu ser suspeito dos assassinatos já eu nem tanto depois disso me confinei no meu quarto até o final de semana e só sai ontem de noite quando peguei a mesma faca e sai pela porta exatamente a meia noite, então fui bombardeado pelas lembranças de quando matei aqueles que chamei de amigos e mais algumas sobre uma garota,as lembranças ainda estão aqui mas eu estava fora de mim eu só lembro de ter ido até a casa do garoto que um dia eu chamei de amigo matar silenciosamente toda a família dele ir até ele e antes de mata-lo dizer a seguinte frase”ELA PRECISA DE MIM”hoje acordei pensando que foi um pesadelo até que falaram sobre o acontecido na TV quando descobri que tudo foi culpa minha uma carta apareceu na minha frente, eu a abri e li, parece que durante minhas andanças noturnas eu troquei cartas com uma garota que dizia me amar e perguntava se eu já avia me livrado “DELES” agora acabo de responder a carta e incendiar minha casa com minha família dentro, já estou com minha bagagem e estou partindo, mas ficou o problema: um garoto como eu posso ser robusto e intimidador mas ainda sim não posso ir sozinho, por isso estou com dois novos amigos comigo, um homem grande e magro de roupa social e um adolescente sorridente,eles prometeram me levar se eu prometesse não revelar suas identidades e os ajudasse, eu concordei e agora estamos andando em direção a ela
-PORQUE ÉLA PRECISA DE MIM

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A estrada que nunca termina


Em Corona, na Califórnia, contavam uma lenda de uma estrada conhecida pela maioria dos moradores como a estrada que nunca termina. Especificamente, o verdadeiro nome da estrada era Lester Road. Agora, mais de vinte anos depois, o panorama da Corona mudou, e a estrada que nunca termina não existe mais no mapa. No entanto, anos atrás, Lester Road era uma estrada sem iluminação, fato que levou as pessoas afirmarem que ela se tornava uma estrada sem fim quando alguém dirigia nela à noite. As pessoas que nela dirigiam nunca mais eram vistos de novo.
A lenda tornou-se tão conhecida que as pessoas se recusaram a dirigir nessa estrada mesmo durante o dia. Uma noite, alguns adolescentes da minha idade dirigiram até Lester Road, mas apenas por uma curta distância, enquanto eu ficava ao lado da placa.
A perpetuação da lenda convenceu a polícia local ir investigar. Lester Road tomava uma curva acentuada à esquerda em seu fim, e além disso, a curva estabelecia um cânion, e do outro lado do cânion era outra estrada que alinhava tão bem com Lester Road que, quando visto a partir do ângulo correto, especialmente à noite, o cânion desaparecia de vista, e a estrada parecia continuar em cima do morro do outro lado do canyon.
Após as investigação dentro desse cânion, dezenas de carros foram encontrados com os corpos em decomposição das vítimas ainda amarradas a seus assentos.

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Jogo Do Celular





Olá. Você pode me chamar de "Jack". Não é meu nome verdadeiro, mas por enquanto isto é o suficiente que você precisa saber. Acho que chegou a hora de eu contar minha história. Acredite ou não, essa é a verdade. Eu espero que você aprenda com meus erros, mesmo se você ignorar tudo isso como as outras 98% que escutarem minha história até o final.
Mas há mais verdade nessa história do que qualquer um de vocês possa imaginas.
Agora, estou fora da escola há três anos, mas antes, um evento em particular ocorreu, então eu vou ter de voltar um pouco no tempo para contar a história.

Primeiramente, meus primeiros dois anos e meio do ensino médio, eu estudei em uma escola na parte profunda do Sul da América, perto do Golfo.


Crescemos ouvindo todos os tipos de histórias assustadoras e se há uma lição que nossos pais super conservadores nos ensinou foi que: nunca brinque com coisas desconhecidas.

Até esse momento eu era muito impopular no meu colégio. Meus dois primeiros anos do ensino médio foram uma dor real, porque eu era uma grande idiota e todos riram de mim. Eu era um solitário... e tudo o que eu realmente fazia na aula era jogar meu Game Boy todo dia antes de correr para casa para jogar um RPG que era viciado.

Tudo mudou durante meu primeiro ano, quando nos mudamos para o oeste.

Comecei a frequentar uma escola Católica com não mais de 250 alunos. Foi nessa época que eu finalmente comecei a encaixar e fazer amigos. Ninguém aqui sabia quanto idiota eu era na outra escola, então optei por "mudar minha personalidade" e tentei fazer amigos pela primeira vez na minha vida. E quem sabe, talvez até consiga uma namorada bonita se tive sorte.

Comecei a conhecer pessoas na escola. Em uma escola tão pequena, você acaba conhecendo todo mundo na sua classe.

Meu primeiro dia que eu fiz um novo amigo chamado Sam... e na hora do almoço, optei para sentar com ele e seus amigos. Ele me disse tudo sobre as outras crianças da escola - quem era mais popular, os atletas, assim por diante.

Ele me apresentou a seus amigos, também: Jim, um grande sujeito que tinha uma média de 10 em todas as matérias, Vogelman o nerd e hacker e Thomas um músico que tocava guitarra em uma banda.

Também conheci Stephanie, menina asiática e corajosa. Alguns dos rapazes diziam que ela era uma vadia, mas ela pareceria legal o suficiente. Por algum motivo ela me achava engraçado e por isso começamos a nos encontrar depois das aulas.

Sam me contou muitas histórias sobre ela, como ela costumava fazer alguns lanches e polvilhava todos com Viagra ou despejava laxantes ele comiam e sofriam o impacto e passavam horas no banheiro. Eu apenas ri educadamente e nunca aceitei as coisas que ela me oferecia para comer, com medo de ser alguma pegadinha dela.

Também havia Rottenbacher. Seu verdadeiro nome era Jason, mas todo mundo sempre o chamava "Rottenbacher" ou "Alemão" porque ele era um nazista hardcore. Ele era rejeitado e solitário. Ninguém queria ser amigo dele. Todos os dias ele usava uma braçadeira suástica vermelha sob o casaco dele onde os professores não podia ver.

Além disso, no dia das bruxas e nos eventos de fantasia da escola ele sempre ia com seu uniforme nazista e longas botas SS.

Na verdade ele era um angustiado filha da puta. Sempre que tínhamos aula de história e a professora lhe perguntava sobre o nazismo, ele gritava insultos raciais ou étnicos, ele deixava a aula gritando "Heil Hitler!"

Além disso, uma coisa peculiar que chamava minha atenção, Era que mancava como se sentisse muita dor. Sam me disse que alguém viu uma vez apertar um cilício farpado no vestiário de uma Igreja Católica, como seu fosse para se punir por seus pecados.

Era uma escola católica, então as pessoas acreditavam que aquilo era apenas um devoto cristão. Foi meio estranho para um amante de Hitler hardcore como Rottenbacher, nas como eu era noivo no colégio não dei muita importância.

Depois que ele terminou de me apresentar para todos seus colegas, Sam me contou algumas das antigas histórias da escola - incluindo uma lenda urbana que circulou sobre a cidade, uma garota que morreu misteriosamente depois de jogar algo denominado como "O celular jogo  do celular". Se você perguntasse a alguém o que aconteceu, ninguém podia nada de relevante. Sempre disseram que era porque ela jogou “O jogo do celular”

Sam, Stephanie travessa, Rottenbacher nazista, O jogo de telefone celular, Investigação da polícia sobre o desaparecimento da adolescente. Todas essas pessoas e eventos estavam prestes a se juntam para me tirar de um lugar que ao menos gostaria de estar.

Enfim, o segundo semestre passo e num piscar de olhos já era o ultimo ano do ensino médio.

Todo mundo estava de volta para o novo ano escolar, bombeado para iniciar o mais preguiçoso e mais divertido ano de nossas vidas do ensino médio. Mesmo Rottenbacher, ainda mancando em torno da escola fez em Cilicio farpado, ainda jorrando seu nazismo de lixo cada vez que alguém mexia com ele.

O ano começou estranhamente calmo. Mais dois casos de desaparecimento havia acontecido na escola e a policia já estava desconfiando de algum possível serial killer. De acordo com o jornal, a única coisa em comum que a polícia havia encontrado, era que cada pessoa que desapareceu tinha recebido uma mensagem de texto que dizia: "Bem-vindo ao jogo". Mas como as mensagens havia sido enviada de pessoas diferentes a policia descartou essa informação.

Para mim, as coisas finalmente não estavam indo mal.  Foi neste ano que finalmente eu comecei a me abrir com varias pessoas. Fiz grandes amizades e pela primeira vez não me sentia sozinho. Aos poucos, comecei a me encaixar em vários grupos e isso fez de mim uma pessoa popular.

Stephanie sempre me acompanhava porque me achava engraçado e por algum motivo ela gostava de minha piadas. Teve  um dia - que eu ainda me lembro como um dos mais felizes da minha vida - ela veio até mim no meio do campus depois da escola e olhou para mim com esses olhos asiáticos bonitos e que cabelos longos, pretos e um sorriso maravilhoso. Eu nunca tinha visto ela tão bonita, ela com jeito um pouco tímida perguntou:
- Jack, você... quer ser meu namorado?

Eu sorri, pulei de alegria ao ouvir isso. – Mas é claro! Claro que sim - eu disse, então nós nos beijamos na frente de todos. Eu finalmente tinha uma namorada. Ainda me lembro que foi um dos dias mais felizes de toda a minha vida, se não o mais feliz. Nós saímos depois da escola, íamos ao cinema, namoramos na casa dela e na minha.

Talvez eu não ficasse tão feliz se eu soubesse o que aconteceria nos próximos dias.

Foi um dia na hora do almoço, ela estava sentada com a gente, quando ela mencionou que em uma noite com suas amigas elas ficaram conversando sobre a lenda do “ O Jogo do Celular”. Ela disse que essas meninas sabiam tudo sobre as regras do jogo e que tinha explicado tudo a ela em grande detalhe.

Supostamente, você pode entrar no jogo a qualquer momento era só enviar uma mensagem de texto à meia-noite para o número de telefone correto. A mensagem de texto deveria dizer: "Eu desejo ter o poder de amaldiçoar pessoas". Se fizer certo, você receberá uma mensagem de volta dizendo: "Bem-vindo ao jogo"  e supostamente, esta era a razão dada a policia sobre os desaparecimentos.

Stephanie falou mais sobre o jogo e prestamos atenção no que ela dizia.

Ela nos disse que uma vez que alguém esteja dentro do jogo, ele corre risco de vida. Dentro de duas semanas eles seriam submetidos a diferentes tarefas ou então eles seriam arrastados no meio da noite.

Eu interrompi ela – Arrastado? Por quê? Para onde?

Ela ficou em silencio por um tempo antes de responder.

- Eu não sei - ela sussurrou antes de continuar a sua história.

Ela disse que haviam duas formas de não ser arrastado:

A primeira era encontrando um item de proteção especial. O item pode ser qualquer coisa. Você nunca sabia o que ia ser, mas tinha que ser algum item que deveria sempre te acompanhar e que estaria sempre te machucando lhe causando muita dor. Este era um preço pequeno dependendo do tempo de vida que ainda lhe resta.

A segunda maneira era trazer alguém para o jogo. Isso poderia ser feito enviando uma mensagem de texto dizendo "Bem vindo ao jogo" para qualquer pessoa que você conheça pessoalmente. Se alguém recebeu a mensagem de texto de outra pessoa que estava no jogo, então isso significava que essa pessoa estava agora no jogo também, e sujeito a todas as mesmas regras e consequências do jogo. Se a pessoa não encontrar um item de proteção a si mesmo, ou trazer outra pessoa ao jogo, então eles também seriam arrastados.

O problema dessa segunda forma é a seguinte: Enquanto o item de proteção te proteja por tempo indeterminado. Trazer alguém para o jogo, só aumenta o tempo para você encontrar um item de proteção por mais duas semanas. Se depois trazer mais alguém apenas uma semana. Eventualmente, o período de carência iria ficar cada vez mais curtos. E nesse tempo você teria que encontrar seu item de proteção.

Mesmo que isso parecesse um episódio do arquivo X, eu não gostava de ouvi-la falar sobre essas coisas, então eu disse a ela que era um monte de bobagens.

- Você realmente acha bobagem? - Ela perguntou. -Se isso for verdade imagine o quão legal isso seria capaz de amaldiçoar quem mexeu com você, trazendo elas para o jogo! Você poderia se livrar de qualquer um e ninguém jamais saberia que foi você.

Eu nunca tinha ouvindo Stephanie falando desse jeito. Ela quase parecia insana com o pensamento de vingança. Verdade seja dita, isso me assustou um pouco.

Então eu disse a ela – Nós não devemos ir brincar com coisas além de nossa compreensão. E se você se envolvesse com isso e descobrisse que é verdade? Eu não sei o que faria se algo acontecesse com você! Me prometa que você não vai mexer com essas coisas!

Ela me deu um olhar engraçado – Eu nunca pensei que você seria o tipo de pessoa a tem medo dessas coisas bobas, Jack."

- Bem, eu só não acho que é certo mexer em coisas que você não entende –  Eu olhei preocupado pra ela – Agora me prometa Stephanie. Promete que não vai tentar fazer isso.

Ela suspirou – Tudo bem, tudo bem. Eu não vou tentar jogar o jogo do celular. Você está feliz agora?

Eu disse que sim, mas verdade seja dita, eu estava com medo. Eu não acreditei nela. Em todo esse tempo que estivemos juntos eu nunca desconfiei que ela mentia pra mim ou que me traísse, mas eu podia ver em seus olhos que ela tentaria esse jogo. Mas desta vez era sério.

Então, alguns dias depois, ela se aproximou de mim e nos disse que havia entrado no jogo do celular, eu me irritei.

-O que você está pensando, Stephanie? Você me prometeu que não faria isso!

- Sim, sim eu sei! Mas não é nenhuma grande coisa. Eu já tenho tudo planejado. Além disso, se for verdade e funcionar, será uma oportunidade que eu não deixaria passar.

Ela ergueu seu celular e disse – Veja você mesmo.

Uma mensagem de texto é aberta na tela que dizia: "Bem-vindo ao jogo".

- Meio estranho, não é? Eu recebi logo depois que enviei o texto à meia-noite, assim como as meninas disseram.

Meu queixo caiu. Eu fiquei sem palavras e aterrorizado. Este jogo não pode ser real, não é?

- Stephanie, se isso for real, então você está em perigo agora. Você só tem duas semanas para encontrar seu item de proteção.

- Eu sei. É por isso que eu mandei o texto para Rebecca. Vou descobrir se o jogo é real ou não!

- Você fez o quê? Mas Stephanie, se isso for real, então significa que você pode ser uma assassina! A Rebecca agora poderia morrer por sua causa!
-
-Relaxe, Jack. Eu realmente não acredito em nada dessas coisas. Mas por via das duvidas, Rebecca sempre foi uma vadia. Eu eu percebi o jeito que ela olhava pra você durante as aulas. Ela deu a mesma risadinha maliciosa dela que eu sempre amei. Mas desta vez, eu não me senti confortável com isso.

Algumas semanas se passaram e nada aconteceu. Mas então, um dia, Rebecca não apareceu na escola. Na hora do almoço, Stephanie estava sentado em torno de nós, como de costume, quando o assistente principal veio dar um aviso com seu megafone.

- Peço um pouco de atenção por favor – Todo ficou em silêncio. – A polícia nos informou que uma de suas colegas, Rebecca, esta desaparecia.

Pele dourada de Stephanie ficou branco. Ela congelou.

- Os pais delas estão muitos preocupados. Se algum de vocês sabe alguma coisa sobre isso, por favor, venha falar comigo depois da aula. Por enquanto é isso.

- Stephanie ... – Eu sussurrei. Eu estava com muito medo por ela. Eu estava com muito medo de que ela poderia fazer. Ela olhou para mim e disse – Não diga nada.

Ela se levantou e saiu correndo do refeitório. Eu persegui atrás dela.

- Stephanie! Stephanie! O que você está fazendo?

Ela continuou correndo de mim então tirou seu telefone do bolso.

- Não tente me parar, Jack. Para sobreviver eu vou precisar de mais tempo. Posso ficar mais uma semana se eu colocar alguém no jogo, e isso vai me dar três semanas para encontrar.

- Stephanie, ouça o que esta dizendo, quem você pensa em amaldiçoar agora? Você mataria mais alguém por um pouco de tempo extra? Olha o que aconteceu com você!

Ela começou a chorar.

- Eu sei, porra! Mas eu sei quem eu vou amaldiçoar. Ninguém vai sentir falta dele, eu prometo.

- Stephanie, isso não está certo. Você não pode fazer isso. Ninguém merece isso. Deixe-me ajudá-la! Podemos encontrar um objeto de proteção para você juntos!

Ela se virou e me mostrou seu telefone celular. Ela tinha acabado de enviar uma mensagem que dizia: "Bem-vindo ao jogo".

Ela enviou para Rottenbacher.

Eu comecei a chorar. Agarrei ela tão firmemente quanto pude. – Stephanie, Stephanie. Eu te amo. Mas eu sinto muito. Isso não está certo. Nada disso é certo.

Ela segurou em mim e começou a chorar profundamente também. Nos abraçamos lá por quase uma hora. Eu ainda me lembro como se fosse ontem.

Então, naquela noite, antes de irmos para casa, nós dois resolvemos que começaríamos a procurar um item de proteção no dia seguinte.
No dia seguinte, eu estava andando com Stephanie, depois da escola, quando Rottenbacher se aproximou de nós com o seu telefone celular. Ele estava furioso.

- Isso é algum tipo de piada sua vadia de olhos puxados?

Verdade seja dita, eu achava que Rottenbacher tinha o direito de estar um pouco irritado. Claro, ele era um maníaco pervertido nazista, mas com todos os boatos de assassinato por aí, eu poderia imaginar alguém estar com raiva após receber uma mensagem de texto como esse.

Mas mesmo assim, eu não ia deixar ninguém falar com a minha namorada assim.

- Hey cara, olha o respeito! Essa não é a forma de se falar com uma dama!

- Dama? – Rottenbacher gritou – Essa dai não é nenhuma dama! Ela é apenas uma vadia e ela tentou me matar! Aposto que você matou a outra menina, também, não é? Rebecca? Ela está desaparecida por sua causa não é?

Stephanie começou a chorar novamente.

Eu puxei meu braço para trás e dei um soco tão forte que pude no  rosto do Rottenbacher. Ele tropeçou para trás alguns passos e passou a mão na boca, da qual escorria um pouco de fluxo de sangue, mas ele manteve a compostura.

Eu meio que pensei que ele iria pra cima de mim para me bater.

Depois de um momento ele falou:

- Você não entende né Stephanie? Eu já estou no jogo. Eu sempre estive. Eu sei das regras e o tempo extra que você tem. Mas ao contrário de você, eu nunca precisei matar ninguém. "

- Bobagem – Eu disse – Se tudo isso é verdade, então como é que você ainda esta vivo?

De repente, me lembrei do cilício que Rottenbacher usava em torno de sua perna que lhe causou a mancar em agonia, e que Stephanie tinha me dito na hora do almoço.

Sempre que um novo item de proteção foi descoberto, o que quer que fosse, faria com que seu portador a sofra.

- Você tem um item de proteção.

Os olhos de Stephanie se iluminou. Ficou claro que havia percebido a mesma coisa que eu tinha. Rottenbacher sorriu –  Isso mesmo, e se eu fosse sua namorada, me preocupava em encontrar algum item ao invés de fazer novas vitimas.

Stephanie olhou para ele com medo em seus olhos.

Os dias se passaram e por mais que tentemos, Stephanie e eu não conseguíamos encontrar nada que poderíamos qualificar como um item de proteção. Estávamos nos aproximando do prazo de duas semanas e ela estava parecendo cada vez mais assustada a cada dia. Seu cabelo estava uma bagunça, sua personalidade geralmente borbulhante era triste e perturbada. Ela olhava para o nada durante as aulas e orava constantemente.
Após o prazo de duas semanas, nós dois estávamos aterrorizados. Ela veio até mim na escola e disse: - Jack, eu quero que você durma comigo esta noite. Fique comigo a noite toda. Não deixe que me peguem.

Eu não podia recusar. Eu apareci em sua casa tarde da noite e entrei pela sua janela. Dormimos juntos. Foi agridoce.

Ela foi dormir me segurando, mas eu fiquei acordado a maior parte da noite observando e esperando, até que eu finalmente cai no sono por volta das 4:30 da manhã de tão exausto.

No dia seguinte, quando acordei, tudo que eu conseguia pensar era "Stephanie!" Eu olhei ao redor freneticamente. Ela não estava na cama ao meu lado.

- Stephanie! – Eu gritei alto e sai da cama e comecei a procurá-la. Caminhei em sua cozinha.

- Não fale tão alto – disse uma voz. Era Stephanie. Eu me virei para vê-la sentada em uma mesa redonda na cozinha. Ela estava sorrindo e parecia tão aflita como sempre.

Dei um suspiro de alívio.

- Meus pais já foram trabalhar, mas eu não quero que os vizinhos a fiquem desconfiados de alguma coisa.

Chorei de alívio. O tempo extra dela tinha acabado e ela estava segura. Nada havia chegado para ela. Corri todo o chão da cozinha e abracei ela e nos beijamos.

Tudo estava normal.

Por duas semanas.

Então eu fui para a escola um dia e nove de nossos colegas havia desaparecido, incluindo Sam.

Todo mundo estava apavorado. Ninguém sabia o que tinha acontecido com eles ou para onde eles teriam ido. Ninguém sabia, exceto eu e a pessoa que era responsável por isso: Stephanie.

Se a quantidade de tempo prolongado foi reduzido pela metade a cada vez que ela trouxe alguém para o jogo, significava que seu tempo extra estaria funcionando novamente até esta noite.

Eu confrontei ela sobre isso depois da escola.

- Stephanie, a polícia está ficando desconfiada. Você não pode mais fazer isso, e eu não posso te ver fazendo isso. Isso é errado. Ele é mau!

Ela me olhou em silêncio. Ainda me lembro do olhar em seus olhos naquele dia. Neste ponto, tornou-se claro para mim que a menina que eu tinha conhecido e amado estava muito longe, e tudo o que restava era uma desalmada, perversa que se agarrava à vida e temia a morte mais do que tudo. Mas mesmo assim, eu ainda a amava mais do que tudo. Ela foi minha primeira e única namorada, eu não poderia deixá-la ir. Eu não podia deixar que nada aconteça a ela.

- Está tudo bem – ela disse – Eu não vou mais fazer isso. Eu aceito o que as consequências. Ninguém mais vai morrer por minha causa.
- Stephanie ... você tem certeza? Talvez ainda podemos encontrar um item de proteção para você, se procurarmos agora.

Ela olhou para baixo tristemente – Não há mais motivo para fugir do meu destino. Só quero passar a noite com você hoje à noite, ok? Só mais uma noite juntos. Isso é tudo que eu quero.

Eu fiquei com o coração partido. Tudo era muito melancólico e muito melodramático. Eu estava tão triste ao ouvir suas palavras que ela seria tirada de mim.

Eu vomitei. Vomitei e vomitei repetidamente em uma lata de lixo próximo de nos tentando revidar um fluxo interminável de lágrimas.

Naquela noite, ela dormiu comigo de novo. Doente, fraco e cansado, eu desmaiei de cansaço perto das 3h00.

Menos de uma hora depois, eu acordei com um sobressalto.

Stephanie foi embora.

Sentei-me e olhei em volta, em seguida encontrei um bilhete. Eu li.

“[Jack]: Sinto muito por ter mentido para você novamente, mas eu não estou pronto para morrer ainda"

Um calafrio percorreu minha espinha. Eu continuei a ler.

"Eu descobri o que eu preciso fazer. Não se preocupe, como eu prometi, ninguém vai morrer por minha causa”

O que ela poderia estar pensando? Eu olhei em volta do meu quarto. De repente, notei que a pistola calibre .45 que meu pai comprou-me para o meu aniversário de 18 anos havia desaparecido do meu quarto, e agora tudo fez sentido.

É por isso que ela queria passar a noite comigo esta noite. Ela queria que a minha arma. ela estava planejando ir atrás Rottenbacher e tomar o seu item de proteção.

O tão rápido que pude coloquei uma roupa e sai correndo para o carro do meu pai. Eu sai em disparada em direção apartamento de Rottenbacher.

Quando cheguei lá, notei que a fechadura havia sido baleada e de fora e ouvia vozes no vindo de dentro.

Eu empurrei a porta aberta – O que está acontecendo aqui? – Eu gritei.

Olhei em volta. Stephanie estava apontando a arma para. As paredes do apartamento estavam cobertas com fotos de Adolf Hitler e banners suástica. Havia chicotes e correntes espalhadas pelo chão do quarto. Rottenbacher estava pisando em torno de pijamas de manga cumprida e xingando ela em sua forma neonazista típica, gritando sobre 'invasão de domicílio' e sobre  "chamar a polícia" e isso e aquilo. Ele estava mesmo usando aquela braçadeira nazista estúpida. Era óbvio que esse cara era um fanático louco.

Stephanie gritou para ele – Cale a boca!
Ela disparou dois tiros contra a parede atrás dele.

- Agora me dê essa coisa farpada de tortura que você está sempre usando, ou eu vou matá-lo agora mesmo.

A voz dela era assustadora.

Rottenbacher ficou no lugar por um momento e, lentamente começou a tirar as calças do pijama.

- Você está cometendo um grande erro. Você deveria apenas aceitar as coisas como são e morrer com dignidade. Você não vai conseguir acabar com isso.

Ele tirou o Cilicio de sua perna, do qual escorria uma pequena quantidade de sangue e entregou a ela.

Imediatamente, ela colocou-o em sua própria perna com uma mão, mexendo com a minha pistola, enquanto ela apertou até doer, e sua própria perna começou a sangrar um pouco.

- Vamos, Jack –  Ela sussurrou e se virou para sair.

Comecei a sair com ela. Do apartamento, ouvi gritos de Rottenbacher.

- Você não vai se safar dessa! Ele vai vir para você e ele vai arrastá-lo para o inferno pelo o que você fez! Você vai pagar pelas vidas dos seus colegas!

Eu podia ver que ela estava chorando um pouco à medida que nos afastávamos.

Eu estava mal. Fiquei enojado com tudo isso. Eu fiquei com nojo de Stephanie por ser tão cruel e egoísta, e eu fiquei com nojo de mim mesmo que assisti tudo isso e vendo os sinais, e não fazer nada para detê-la. Mas pelo menos agora ela estaria segura.

Enquanto caminhávamos de volta para o carro, eu fiz uma pequena oração para Rottenbacher na esperança de que ele pudesse encontrar um novo item de proteção dentro de duas semanas. Ele pode ter sido um bastardo racista, mas de certa forma, ele ainda mais bondoso do que Stephanie. E se o que ele disse sobre nunca trazer ninguém ao jogo fosse verdade, e ele não merecia morrer por isso.

Eu deixei Stephanie em sua casa. Ela estava exausta. Eu teria dado-lhe um beijo, mas eu estava muito enjoado e só queria que todo o calvário acabasse.

- Boa noite – Eu sussurrei pra ela.

- Boa noite, Jack. Eu te amo - ela sussurrou de volta, e saiu do carro e voltou para sua casa.

Eu comecei a dirigir para casa, exausto com tudo que aconteceu.

De repente, meu celular começou a tocar. Eu o peguei. Era uma chamada da Stephanie.
Eu perguntei.

- Alô?

A primeira coisa que ouvi foi um grito, seguido pelo que soava como o barulho de bater em sua porta.

- Jack! Me ajude! Ele está aqui! Ele está aqui, e ele está vindo para mim!

- O quê? Espere, Stephanie!

Fiz uma reviravolta na com o carro e sai em disparada de volta para sua casa. Stephanie estava se tornando mais frenética.

De repente, do outro lado da linha, ouvi o som de sua porta sendo surrada, seguido por outro grito. Eu podia ouvir Stephanie gritando no topo de seus pulmões, meu sangue gelou com grito. Eu ainda me lembro do momento perfeitamente, e eu me lembro dos gritos dela palavra por palavra.

- Não, Não, eu não quero morrer! - A adrenalina subiu no meu coração e eu pisei no acelerador.
-Não, Não, Por favor, Pare!

Ela gritou novamente e ouvi o que parecia ser o telefone batendo no chão os gritos de Stephanie foi ficando cada vez mais longe.

E, em seguida, o ar morto.

- Stephanie? Stephanie! Responda porra!

Não obtendo resposta, eu desliguei e chamei a polícia.

Quando cheguei na casa de Stephanie, a porta da frente havia sido esmagada, eu estacionei o carro em seu gramado e pulou para fora, carregando minha pistola calibre .45 comigo.

Corri para dentro, procurando pelos corredores. Tudo estava em câmera lenta.

Então, eu fui para o quarto de Stephanie. Eu acendi a luz e verificado todos os cantos com a minha pistola na liderança. Finalmente, eu abaixei a arma quando algo me chamou a atenção no centro da sala. O celular de Stephanie estava jogado no chão ao lado de sua cama.

No meio da sala no tapete, tinha uma pequena mancha de sangue. Não era mais do que algumas gotas. Mas a visão mais arrepiante de tudo era que a partir da borda da cama dela até a porta de seu quarto que levava para o corredor havia um rastro de marcas de garras que ela tinha deixado como algo ou alguém tivesse arrastado para longe de sua condenação.

Eu não aguentava mais.Me Virei e sai do quarto. Na saída, eu não pude deixar de notar que ela tinha arrancado a maioria de suas unhas arranhando o tapete e que eles estavam espalhados perto dos trilhos que seus dedos haviam deixado.

Eu podia ouvir as sirenes chegando à distância




Passaram os dias, então semanas, depois meses. A polícia fez investigações, eles me questionaram muitas vezes, minhas história eram sempre iguais. Eu disse a eles a verdade, como eu sabia. Eu acho que eles não acreditaram em mim, mas todas as evidências comprovaram minhas história e não havia nada que eles pudessem usar para me julgar como culpado. Então eles me liberaram.

As coisas gradualmente voltou ao normal.

Nossas aulas voltaram ao normal e eu terminei o ano depois fui para a faculdade.

Mas havia uma coisa que ainda me incomodava a respeito de Rottenbacher. É que ele não desapareceu como as outras pessoas. E a Stephanie tinha feito certo e conseguiu seu item, mas mesmo assim ela foi arrastada.

Isso pode significar apenas duas coisas: Ou as regras estavam erradas, ou foi Rottenbacher que se livrou de minha namorada. Se este fosse o caso, eu mesmo vou lançar minha vingança sobre ele.

A Origem Do Jack Risonho




Se estiver com preguiça de ler, escute a narração: http://www.youtube.com/watch?v=1LhQYNZ-mkM


Era véspera do natal nervoso de 1800, em Londres na Inglaterra e em uma pequena casa na periferia da cidade vivia uma menino solitário de 7 anos de  idade chamado Isaac. Isaac era uma criança triste sem nenhum amigo para brincar. Enquanto as outras crianças iam passar o tempo com suas famílias aguardando ansiosamente para abrir os presentes que foram colocados em baixo de uma árvore de natal bem enfeitada, o pequeno Isaac passou a santa noite sozinho em seu quarto no sótão empoeirado e frio. Os pais de Isaac eram muito pobres, sua mãe ficava em casa cuidado dele e seu pai trabalhava no porto de Londres durante o dia e a noite para sustentar sua família, apesar disso, grande parte de seu salário ele gastava com bebida no final de seu turno. Muitas vezes ele chegava em sua casa bêbado depois de ter sido expulso de algum bar de Londres e gritava com sua amada esposa, a mãe de Isaac



Ocasionalmente ele agia com violência espancando ela forçando ela a ter relações sexuais com ele bêbado. Em uma dessas noites em partículas, Isaac permaneceu em silêncio, tremendo debaixo de seus lençóis sujos até que os gritos e estrondo diminuíssem. Uma vez o pobre garoto adormeceu e sonho quão legal seria ter um amigo com quem brincar, então ele pudesse rir e ser feliz como as outras crianças de Londres. Felizmente para o pequeno Isaac nesta véspera de natal sua solidão chamou a atenção de um anjo da guarda, que então preparou um presente muito especial para o menino triste de Londres.

À medida que o sol se levantou naquela manhã de Natal, Isaac abriu os olhos para encontrar uma pequena caixa de madeira estranha sob sua cama. Com os olhos arregalados de espanto, ele olhou para a caixinha colorida  se perguntando quem havia lhe dado. Obviamente ele não estava acostumado a receber presente, especialmente brinquedos. Os poucos que ele tinha havia sido encontrado na rua. Isaac foi até o pé de sua cama na frente da caixinha misteriosa e apanhou com as duas mãos. A caixa era belamente pintada em estilos coloridos com desenho de um palhaço feliz em cada lado. Havia uma etiqueta na caixa que simplesmente dizia “Para Isaac”

No topo da caixinha havia uma frase escrita.

Isaac forçou os olhos para ler as palavras

- Ca-Ca-i-xa do  Ja-ck – Ri-Ri-so-nho - ele fez uma pausa - caixa do Jack Risonho? –

Sua mente girou com a curiosidade ele agarrou a manivela da caixa. Isaac girou a manivela e a canção Pop Goes The Weasel começou a suar conforme ele girava a manivela. Quando a música chegou ao seu clímax, Isaac cantou junto com o verso final

-Pop goes the weasel - Mas nada aconteceu. Isaac deixou escapar um suspiro.
- esta quebrado... eu sabia - Ele colocou a caixa de volta para baixo na borda da cama e arrastou através de sua pequena sala empoeirada de sua cômoda, onde ele tirou seu pijama e colocou sua roupa esfarrapada habitual.


De repente, Isaac escutou um barulho alto vindo da cama atrás dele. Ele virou-se para testemunhar a caixa de madeira sacudindo violentamente. Então, sem aviso, a parte superior da caixa se abriu e um desfile de fumaça colorida e confete surgiu. Isaac esfregou os olhos em descrença de que ele estava vendo. Como a fumaça se dissipou lá estava um homem alto e magro multi colorido palhaço, com o cabelo vermelho brilhante, seu nariz em formato de cone era listrado tinha as 7 cores do arco-iris e os ombros de penas que se sentou em cima de sua roupa de palhaço maltrapilho e colorido.


O palhaço multi colorido abriu os braços e animadamente anunciou:

- Venham, venham todos! Seja grande ou pequeno! Para ver o melhor PALHAÇO DE TODOS OS TEMPOS ! Aqui, o único, JACK RISONHO"


Os olhos de Isaac se iluminou:
- Q- Quem é você? - Questionou Isaac.


O colorido carnie desceu da cama e com um sorriso feliz disse:

- Estou feliz que você tenha perguntado! Eu sou Jack Risonho, o seu novo amigo para a todo o sempre! Eu sou mágico, eu nunca me canso de brincar, eu sou um gênio no acordeão, e posso imitar quem eu quiser ... Em outras palavras, o que você gosta, eu gosto! - Isaac olhou para o misterioso homem palhaço

-amigos? Eu agora tenho um amigo? - ele gaguejou.


Jack olhou para o menino, enquanto levantava uma sobrancelha.

- amigos? Nós somos melhores amigos! Eu fui criado para ser seu amigo, muito mais do que imaginário.

Queixo de Isaac caiu

-Você sabe o meu nome?

Jack soltou uma risada de lunático.

-É claro que eu sei o seu nome. Eu sei tudo sobre você! Então, agora que as apresentações foram feitas... Como gostaria de jogar uma partida de pique esconde?

Isaac sorriu de orelha a orelha
- SERIO? Podemos brincar juntos? Eu adoraria! Eu... Oh... - Ele fez uma pausa - Eu não posso... Eu tenho que ir lá embaixo estudar com minha mãe e fazer algumas tarefas - seu sorriso desapareceu em uma decepção de olhar.

Jack colocou a mão no ombro de Isaac e com um sorriso disse:
- Está tudo bem! Eu estarei esperando aqui por você quando você voltar. - O sorriso de Isaac voltou quando ele olhou para seu novo amigo. Só então ele ouviu a voz estridente de sua mãe chamá-lo de lá de baixo.

- Bem, eu tenho que ir! Mais tarde eu venho para brincarmos, ok Jack? - Ele disse enquanto se dirigia para a porta.

Jack sorriu – Claro que sim Isaac!

Isaac olhou para Jack, que lhe deu uma piscadela e disse:

 - Você deveria sorrir mais vezes. Combina com você."

Isaac sorriu feliz quando ele se virou e saiu pela porta.

Todo o dia Isaac contava à mãe sobre o homem palhaço colorido incrível que saiu de uma caixa mágica que apareceu no pé de sua cama. Sua mãe no entanto, não acredita em uma palavra dele. Finalmente ele convenceu sua mãe a segui-lo até seu quarto para que ela pudesse ver Jack rindo por si mesma. Subiram as escadas e Isaac abriu a porta de seu quarto.

- Veja mãe? Ele está ali-... - Isaac fez uma pausa enquanto olhava o quarto que não continha nenhum homem vestido de palhaço dançando, nem caixa de madeira misteriosa. A mãe de Isaac não estava se divertindo. Ela deu a Isaac um olhar tão ameaçador que fez seus joelhos tremerem e seu estômago doer.

- M, mas mãe… ele estava...

A mãe de Isaac deu-lhe um fortíssimo tapa na cara.Seus olhos  começaram a lacrimejar, e seu lábio começou a tremer como se pudesse sentir que estava prestes a sangrar.

- Você é uma criança estupida e insolente! Como se atreve a mentir para mim sobre tal idiotice infantil! Quem gostaria de ser amigo de um verme inútil como você? Você vai ficar em seu quarto pelo resto da noite e não vai comer nada até lá ...

- Agora, o que você tem a dizer?

Isaac engoliu o nó na garganta, para poder murmurar uma resposta

-D-desculpa mãe.

Sua mãe olhou para ele por um momento antes de sair da sala com um tom desgosto.

Isaac ajoelhou na sua cama, enterrando seu rosto no seu travesseiro. Rios de lágrimas corriam pelo seu rosto quando ele começou a chorar.

-O que há de errado? - Uma voz disse. Isaac olhou para a borda da cama onde Jack Risonho estava agora, sorrindo sentado ao lado dele.
- on-onde você estava?" Isaac murmurou. Jack passou a mão pelo cabelo de Isaac para confortá-lo quando ele suavemente respondeu:
- Eu estava me escondendo ... Eu não posso deixar que seus pais me vejam ... Caso contrário, eles não vão deixar-nos brincar mais. - Isaac enxugou as lágrimas de seus olhos. - Olha criança. Me desculpe, eu tive que me esconder, mas eu só fiz isso por você! Porque hoje à noite podemos brincar e ter toneladas de diversão! - Jack disse sorrindo.

Isaac olhou para seu amigo vibrante e silenciosamente acenou com a cabeça e um pequeno sorriso começou a se formar nos cantos de sua boca. Naquela noite Jack e Isaac brincaram muito. Com um aceno de sua mão Jack fez os poucos soldados de ferro de Isaque ganharem vida e marchar ao redor da sala. Isaac foi surpreendido enquanto observava seus brinquedos mover ao redor da sala por conta própria. Então Jack Risonho e Isaac contaram um ao outro histórias de fantasmas assustadoras. Isaac perguntou a Jack se ele era um fantasma, mas Jack explicou que ele estava mais para uma entidade cósmica da sorte. No final da noite, Jack enfiou a mão no bolso e tirou uma variedade de deliciosos doces. Isaac estava em êxtase quando ele colocou a primeira bala colorida em sua boca, como se fosse a primeira vez que tivesse provado algum doce. Isaac se divertiu muito e riu tanto naquela noite que as pessoas pareciam estar finalmente olhando para o pequeno Isaac... Pelo menos até que um incidente que ocorreu 3 meses depois ...

Era um dia ensolarado e agradável em Londres, que era uma raridade. Assim, com a ajuda de um certo amigo não tão imaginário, Isaac foi capaz de terminar suas tarefas mais cedo e foi autorizado a sair e brincar um pouco. As coisas começaram bem simples, a dupla foi para trás da casa brincando de piratas, quando Isaac viu um gato do vizinho escondido em seu jardim.

- Hey! Temos um inimigo espião a bordo! - Isaac gritou, cativado pela fantasia e imaginação.

- Yo ho! receba-o capitão Isaac " exclamou o companheiro de Jack em seu melhor sotaque pirata saudável. Jack Risonho estendeu seu braço por todo o jardim e arrebatou o felino desavisado, que começou a lutar com bastante vigor.

- Não deixe ele fugir JACKE ou eu vou fazer você andar na prancha!" Isaac contrariou.

Jack apertou o gato e seus braços cresceram e estenderam-se como anaconda envolvendo-os ao redor do felino astuto, se esforçava para salvar sua vida. Os braços de Jack não paravam de apertar o animal pressionando o ar para fora de seus pulmões. Os olhos do gato começaram a ser empurrados para fora das órbitas. Alto! Jack rapidamente lançou a criatura de sua mão sem vida e sua carcaça peluda sem vida caiu no chão. Houve um silêncio enquanto os dois observaram o cadáver agora torcido e mutilado do gato. O silêncio foi finalmente quebrado por um riso barulhento ... vindo de Isaac ...

- Ahahahaha Uau! Eu acho que os gatos realmente não tem sete vidas! AHAHAHA! - Isaac exclamou com os olhos quase com lágrimas de tanto rir.

Jack risonho começou a rir também.

- He he ehe. Pois é... Mas não tem problema sua mãe encontrar um gato morto em seu jardim?

A risada de Isaac rapidamente foi diminuindo.
- Oh.. Você tem razão! Hum... eu vou só... jogá-lo de volta para o quintal do vizinho.

Isaac entrou em pânico quando ele pegou uma pá perto e pegou o cadáver do gato quebrado e arremessou sobre o muro para o quintal do vizinho.
Ele rapidamente voltou para dentro e foi para seu quarto.

Cerca de uma hora e meia depois os dois começaram a ouvir sua mãe gritando furiosa.
Enquanto Jack permaneceu no quarto, Isaac desceu as escadas para enfrentar as consequências. Jack podia ouvir gritos e choro vindo lá de baixo, mas não conseguia entender o que estava sendo dito. Cerca de 30 minutos depois Isaac subiu as escadas de volta para o quarto chorando muito.

- Bem - Perguntou Jack, nervoso. Isaac apenas estrelou no chão enquanto ele falava: - Eu ... Tentei dizer a ela que foi você quem machucou o gato... Ela não acreditou em mim... Disse que não era real...
Jack franziu a testa sabendo que isso era tudo culpa dele.

Isaac usado a manga da blusa para enxugar suas lágrimas disse:
- Eu estou sendo enviado para um colégio interno... Eu estou partindo esta noite... e você não pode vir comigo...

Jack risonho ficou surpreso:
- O que? Eu-Eu não posso ir? Para onde irei?
Isaac não disse nada, mas apontou para a bela caixa colorida de onde seu amigo tinha surgido.

- Voltar pra la? Mas eu não vou ser capaz de voltar até que... - Jack fez uma pausa . Isaac olhou para cima quando seu único amigo, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
- Jack... Eu prometo que vou voltar para você o mais rápido possível! - Jack olhou para a caixa e depois para Isaac.
- E eu estarei bem aqui esperando por você pequeno - Jack sorriu com uma única lágrima escorrendo pelo seu rosto. Ele andou até a caixa e com uma nuvem de fumaça foi sugado de volta, incapaz de ser livre até que mais uma vez alguém abrisse.

Isaac naquela noite foi mandado para um colégio interno. Pela primeira vez Jack Risonho sentiu-se sozinho. Mesmo quando preso em sua caixa ele era capaz de ver as coisas acontecendo ao seu redor, de modo que cada dia ele esperou que o amigo voltasse e cada dia o quarto ficava mais velho e empoeirado. Jack Risonho era para ser o melhor amigo de Isaac durante toda sua vida e agora ele o esperava dia após dia, mês após mês, para se reunir com seu amigo especial. Os pais de Isaac ainda morava na casa, mas nunca veio para o quarto no andar de cima. A única vez que eles fizeram a sua presença conhecida foi quando Jack ouvia eles brigando. Ainda assim a vida de Jack se tornou uma solidão, solidão e decepções. Com o passar dos anos, as cores vibrantes e brilhantes de Jack começou a desvanecer-se em um borrão monocromático de breu vazio e o vazio totalmente branca. Preso sozinho... eterno e sem esperança.

13 anos se passaram até que o pai de Isaac naquela noite chegou em casa bêbado e começou uma discussão com sua esposa como de costume. As coisas partiram para a violência física mais uma vez, no entanto, desta vez, ela não voltou para cima. O pai de Isaac tinha batido tão forte em sua esposa que ela sangrou tanto até morrer e foi condenado à forca na forca no dia seguinte. Com seus pais mortos, isso significava que com vinte 20 anos de idade, Isaac herdou a velha casa empoeirada, ele voltou a essa casa, Jack risonho ficou surpreso quando ouviu passos de seu velho amigo subindo as escadas para o sótão quarto pela primeira vez em 13 anos, no entanto, não foi o reencontro de Jack esperava.

Isaac parecia... diferente. Não só era mais velho, mas ele também parecia possuir esse olhar triste estranha em seu rosto. Não era mais o jovem esperançoso e curioso que Jack conheceu a anos atrás. Jack aguardou Isaac para liberta-lo da prisão, ele havia esperado durante tantos anos, mas ainda caixa de Jack permaneceu la, intocado e despercebido em uma prateleira no canto da sala com todas as outras indesejadas bugigangas empoeiradas. Isaac tinha esquecido completamente o seu velho amigo. Surpreendentemente isso fez Jack Risonho sentir... nada. Ele estava vazio de esperança, isso deixou p palhaço monocromático cheio de tristeza e auto-piedade. Jack permaneceu em seu caixa, incolor e sem emoção.

No dia seguinte, Isaac saiu para trabalhar, ele fazia reparos de móveis para o bom povo de Londres. Jack esperou em seu cativeiro. Horas depois, um Isaac bêbado voltou para casa e cambaleou até as escadas para o seu quarto, mas desta vez ele tinha uma amiga com ele. Era uma amiga que Isaac tinha pego no bar mais cedo naquela noite. Ela era bonita, com longos cabelos loiros, olhos de safira azul e um sorriso que poderia fazer corações derreter. Jack Risonho foi traído para hóspede de Isaque:
- Quem é esta? Uma nova amiga? Por que Isaac precisa de novos amigos? Eu pensei que eu era o único amigo de Isaac.

Jack pensou consigo mesmo de dentro de seu confinamento infernal. Isaac e sua amiga sentou-se na cama e conversaram sobre a vida em Londres. Isaac fez uma piada sobre o tempo e os dois riram.

Jack Risonho assobiou com inveja sobre a nova amiga de Isaac. Isaac e a menina olharam profundamente nos olhos um do outro como eles se inclinaram para um beijo, lábios se tocaram com um turbilhão de línguas apaixonados um pelo outro. Jack ficou perplexo com essa demonstração de afeto estranho, pois nunca tinha visto alguém beijando antes. À medida que o beijo se tornou mais intenso Isaac passou a mão longa na coxa lisa da menina e seu vestido, no entanto o seu convidado apenas roçou a mão. Isaac era persistente, porém e mais uma vez passou a mão ao longo de sua coxa lisa e levanta sua saia, desta vez colocando a mão em cima de suas roupas de baixo de seda. A mulher teve grande descontentamento com os avanços sexuais de Isaac e empurrou Isaac fora antes de entregar um tapa forte no rosto. Os olhos de Isaac escuros, ele olhou para a mulher, a sua paixão, uma vez bêbado se transformou em raiva movidos a álcool. O coração da mulher acelerou quando ela viu o rosto de Isaac ferver de raiva.

- PUTA ESTÚPIDA! - Isaac gritou quando ele quebrou o punho no rosto da menina.
Os olhos de  Jack Risonho se arregalaram quando ele testemunhou as longas faixas de um liquido vermelho escorrer do nariz da garota.

-Que brincadeira é essa?

Pensou ele, os olhos de uma virgem para tais visões violentas. Isaac agarrou firmemente o pulso da moça com uma mão enquanto ele rasgou sua calcinha com a outra.

A menina apavorada tentou revidar, mas Isaac foi dominando ela. Ele aproximadamente acariciou seus seios antes selvagemente agarrando o cabelo dela e forçando sua língua na garganta da jovem em soluços, que respondeu com uma mordida para baixo tão duro quanto podia na língua de Isaac. Jack observava com os olhos arregalados e curiosos com o o seu velho amigo e sua nova companheira.
Ele apertou sua boca enquanto ela cheia de sangue vermelho quente. A menina assustada caiu da cama e caiu no chão como ela correu para a saída. Isaac rapidamente saltou para a frente e foi capaz de recuperar o brinquedo em fuga até o final de seu vestido.

Chegando de volta, ele exercia uma liderança castiçal fora da mesa de cabeceira ao lado dele, e com toda a sua força bateu na parte de trás da cabeça da jovem , que se abriu como uma melancia madura. Sangue grosso espalhado em toda a sala com o corpo da menina convulsionou no chão por alguns segundos antes de ficar completamente imóvel. O sangue estava por toda parte, algumas gotas até respingaram na caixa de Jack, que estava curtindo muito espetáculo Rindo. Pela primeira vez em 13 longos anos um sorriso começou a rastejar através do rosto de Jack Risonho, e, de uma risada súbita escapou de seus lábios frios, depois outra, e outra, até que Jack estava cacarejando e uivando com risos de dentro de sua caixa selada.

- Que brincadeira maravilhosamente fascinante! " Jack pensou enquanto observava Golden Blonde vermelho fluxo de cabelo da menina imóvel com sangue.

À medida que a adrenalina começou a diminuir Isaac percebeu que tinha de se desfazer do corpo. Pegou corpo sem vida da menina e pulou em cima da cama, ele então saiu do quarto fechando a porta atrás dele e trancando-os antes de sair de casa. Voltou só um dia depois e entrou na sala salga, com ele uma lata de lixo de metal e sua bolsa de ferramentas de estofos de trabalho. Em seguida, ele limpou tudo de cima da mesa de madeira na parede oposta à porta, e depois arrastou a cama com cadáver ensanguentado no meio da sala. Isto não só deu espaço para Isaac trabalhar, mas também deu a Jack Risonh um lugar na primeira fila para todo o espetáculo. Jack olhava com um grande sorriso perante a Isaac e seu novo “jogo” com o cadaver da mulher. Ele começou seu trabalho.

Primeiro, ele despejou o conteúdo de sua bolsa grande de ferramentas de preto para a mesa de trabalho atrás de si. Uma variedade de facas, martelos, alicates e outras ferramentas já estavam previsto antes dele. Sua primeira escolha foi faca curvada, que ele usou para a pele cuidadosamente do corpo. Essa pele foi então colocada em prateleiras para ser esticado e transformadas em couro. Uma vez que foi posto em prática, Isaac em seguida, usou um serrote para serrar os braços, pernas e cabeça.

Depois de encher a lata de lixo com água sanitária e outros produtos químicos, ele afundou os membros até que a carne foi retirada dos ossos. Isaac pescou os ossos do cadáver e colocou-os sobre a mesa de trabalho, em seguida, na calada da noite, ele trouxe a lata de lixo do lado de fora e jogou os restos podres para os esgotos de Londres para ser varrido para o porto.

Durante os próximos 3 dias Jack Risonho assistiu com espanto com o Isaac inspirado em seu trabalho da anatomia humana. O fêmur foi feito para as pernas traseiras da cadeira, enquanto a tíbia com os pés ainda ligado, claro, foi feita para as pernas da cadeira da frente. Uma armação de madeira foi utilizado para a base de apoio e da cadeira , no entanto, o rebordo do suporte foi trabalhada usando a coluna vertebral . Os ossos do braço foram usados ​​como os braços da cadeira, e foram presos no local por algumas costelas .

A carne agora couro foi costurada sobre o assento e respaldo da cadeira, e o cabelo louro dourado foi trançado em um forro para a base. No topo desta poltrona do inferno estava o crânio que pertencia à menina que tinha o cabelo loiro dourado, os olhos de safira, e o sorriso que poderia derreter corações. Isaac estava bastante satisfeito com o seu trabalho, e Jack Risonho também ficou impressionado com profunda criatividade de seu velho companheiro. Depois daquela noite, Isaac nunca tocou mais uma gota de álcool novamente, pois ele agora possuía uma sede muito mais macabra.

Nas semanas seguintes, Isaac fez várias melhorias para sua pequena oficina de horrores. Ele tirou o colchão da cama e colocar uma linha de pranchas de madeira de espessura em seu lugar e então ele prendeu um braço e perna restritas para o fundo e os lados. Isto significa que ele seria capaz de entreter seus convidados para um período mais longo sem eles tentassem fugir. Isaac precisaca apenas uma última coisa antes de planejar um outro partido grotesco. Ele trabalhou por uma semana direto.

Depois que uma camada de tinta branca foi aplicada, a criação de Isaac estava completa. Era uma máscara semelhante a de madeira algo que se vestir em um baile de máscaras veneziano. Tinha uma testa franzida e um nariz longo dos Trolls e lhe permitiria golpear o medo nos corações de seus queridos convidados. Com seu novo rosto completo eo quarto transformado em um ninho assassinato sangrento, era finalmente hora de Isaac trazer um novo “companheiro” .

Essa noite seguinte Jack Risonho observou o mascarado Isaac Grossman, carregando consigo um grande saco de estopa com seu mais novo convidado se contorcendo dentro. Ele jogou a bolsa para fora em seu leito de tortura e dentro tinha menino amarrado, amordaçado e com muito medo, provavelmente apenas 5 ou 6 anos de idade. Isaac rapidamente desfez ligações do menino e segurou-o para baixo como conteve as mãos e os pés para o estrado de aço. Lágrimas escorriam sem parar para baixo do impotente rostinho do menino quando Isaac estabeleceu suas ferramentas na bancada. Isaac voltou empunhando um par de alicates enferrujados e sem perder tempo ele deslizou a mandíbula inferior do alicate sob unha do menino em seu dedo indicador direito e segurou com força. Os olhos da criança estremeceu quando ele começou a murmurar através de sua mordaça, implorando Isaac deixá-lo ir. Isaac sorriu quando ele se inclinou lentamente o alicate para trás, dolorosamente arrancando a primeira unha.

O menino gritou através da mordaça como ele se contorcia em agonia nas tábuas de madeira, o dedo começou a jorrar de sangue. Isaac então mudou-se para o dedo médio do rapaz, segurando firmemente a unha com o alicate enferrujados. Mais uma vez, ele empurrou o alicate de volta , mas desta vez o prego só arrancou no meio do caminho . O menino gritou de dor enquanto seus dedos se contraíram e tiro com sangue. Fixação da unha metade erguida fora , Isaac deu outro puxão . A unha arrancou, mas não sem tomar uma boa dose de tecido da pele com ele. Mesmo Isaac foi um pouco rejeitado por esta visão dolorosa, ao contrário da espionagem de Jack Risonho que estava cacarejando de alegria com a ação perturbadora, enquanto observava de dentro de sua velha caixa empoeirada.

Isaac voltou para a bancada e trocou os alicates para um grande martelo de ferro. Ele, então, fez o seu caminho até o pé da cama de tortura, onde com uma mão ele segurava para baixo a perna esquerda do garoto. Ele levantou o martelo acima da cabeça como o menino chorou e implorou por misericórdia através de sua mordaça suja, então, com toda a sua força Isaac bateu o martelo sobre a rótula nua do rapaz, quebrando o osso em cascalho com um estalo alto! A criança convulsionado de dor com gritos estridentes abafando através da mordaça pano amarrado com força em seu rosto.

Como a criança lutou com dor intensa, Isaac colocou o martelo sobre a cama de madeira e voltou mais uma vez para a bancada onde ele próprio equipado com uma faca longa afiada. Sem demora, ele começou a entalhar as palavras - verme inútil - no peito palpitante da criança. Quando ele terminou o menino estava quase inconsciente. Isaac ajoelhou-se e sussurrou no ouvido do menino.
- Isto é o que acontece com as crianças podres que fazem caras desagradáveis ​​para as pessoas...

Os olhos do menino se encheram de lágrimas uma última vez como Isaac começou a esculpir a pele do rosto do menino, mas para surpresa de Isaac, o menino ainda se agarrava à vida. A criança mutilada apenas olhou para Isaac com seus grandes olhos redondos que encheu o coração negro de Isaac de raiva e ódio.

- Seu rosto agora, ESTA MAIS FEIO DO QUE NUNCA - Isaac gritou quando ele pegou o martelo do pé da cama e começou a bater o crânio do pobre garoto.

Ele esmagou mais e mais, até que ela não passava de uma sangrenta massa de carne, servindo com sangue vermelho espesso e escorrendo para fora pedaços de massa encefálica. Do outro lado da sala Jack Risonho alegremente observou o grand finale, que tinha vivido até suas expectativas bastante maravilhosas.

A Próxima convidada de Isaac era uma velha cega a quem ele convidou para um chá. Levou quase 5 minutos para perceber a cadeira em que estava sentada foi trabalhada com restos humanos, e mais 6 minutos para encontrar as escadas, apenas para derrubar o baixo-los batendo e gritando como um louco. Isaac decidiu acabar com a piada cruel lá com um simples furador de gelo através de sua cavidade ocular .

Depois disso, ele trouxe mais uma menina a quem ele alimentou forçando a comer vidro quebrado antes de usar seu estômago como um saco de pancadas. À medida que as semanas se passaram mais e mais almas infelizes encontraram seu fim no sótão de Isaac Grossman e como a personalidade louca de Grossman tornou-se mais escura e sádico, Jack Risonho continuou apodrecendo dentro da caixa empoeirada... até que em uma noite fria de desembro de Dezembro.

Os pregos enferrujados que estavam segurando a prateleira de bugigangas esquecidas finalmente quebrou e todas as coisas cairam no chão. Isaac ouviu o barulho alto do andar de baixo e decidiu subir até o sótão para investigar. Ele atravessou o piso de madeira manchado de sangue do sótão. Isaac deixou de lado algumas das bugigangas que quebrou no acidente, quando ele finalmente se deparou com a Caixa de jack Risonho de sua infância. Isaac mal reconheceu a caixa esfarrapada velha quanto ele o pegou e soprou um pouco da poeira. Em seguida, por qualquer motivo nostálgico ele decidiu agarrar a caixa enferrujada e começou a girar a manivela.

A horrível música Pop Goes The Weasel começou a suar da caixa velha, Isaac cantou junto o verso final "Pop goes the weasel... " a parte de cima da caixa se abriu, mas nada conteceu, estava vazio. Isaac esperava mais que isso, então jogou a caixa junto com as outras coisas quebradas. Após arrumar a prateleira ele se preparava para colocar algumas coisas que ainda estavm em boas condições de volta ao local. Então ele ouviu uma voz rouca e horrivel chamar por seu nome atrás dele.
- Issaaaaaaaaaaaaaaaaac.
Um choque frio percorreu a espinha de Isaac e os cabelos na parte de trás do seu pescoço ficou em linha reta até que ele virou-se lentamente... Todo o caminho através da sala pela lata de lixo estava no pesadelo de Jack Risonho. Ele estava completamente monocromático, com o cabelo preto mutilado pendia em mechas torcidas, dentes irregulares afiados decorou seu sorriso torcido e seus braços pendiam como uma boneca de pano com seus longos dedos grotescamente quase raspando o chão.

Então, com um arrepiante voz rouca palhaço diabólico falou:
- Como é bom finalmente estar livre! Sentiu minha falta Isaac?
Isaac estava paralisado de medo.
M- mas eu pensei que você não fosse real... IMAGINÁRIO.  - Isaac gaguejou. Jack respondeu com uma longa gargalhada horrível.

- HAHAHAHA! Oh, eu sou bastante real garoto... Na verdade, eu estive esperando tanto tempo por este dia para, finalmente, sair... Para poder brincar com o meu melhor amigo para a vida... Por.... Muito... Tempo!
Antes de Isaac pudesse responder, os longos braços de Jack se estendiam através do quarto envolvendo em torno das pernas de Isaac.

O palhaço começou a puxá-lo para mais perto, arrastando-o para sua própria cama de tortura com as unhas de Isaque raspado ao longo do chão. Ignorando as restrições, Jack rapidamente pegou quatro de três polegadas pregos de ferro longo da bancada e pressionou-os em linha reta através das mãos e pés de Isaque, pregando-o na cama de madeira tortura. Isaac rosnou de dor quando ele gritou para seu captor
– AAAH ! SEU PALAHAÇO FILHA DA PUTA!

Jack  Risonho apenas riu enquanto forçava e segurava a cabeça de Isaac no lugar dizendo:
-Se você não pode dizer algo agradável, então não diga nada!
Jack chegou aos seus longos dedos tortos na boca de Isaac, segurando firmemente a sua língua e esticando para fora na medida em que poderia. O palhaço então chegou de volta e pegou uma faca afiada longa da mesa e lentamente começou a cortar através da carne de língua de Isaac. Uma vez arremessou fora, a boca de Isaac começou a transbordar de sangue. Jack respondeu empurrando um pequeno tubo de metal cilíndrico através da garganta de Isaac para atuar como um orifício de alívio temporário. Neste ponto Isaac já estava com muita dor , e tinha os olhos cerrados fechados para evitar ver os horrores repugnantes que estavam sendo realizados em seu corpo.

- Vamos lá, não é divertido se você não prestar atenção ! – Jack Risonho disse brincando, mas Isaac manteve os olhos bem fechados. Jack suspirou.
- Como quiser.
Jack em seguida forçou ele a manter seus olhos abertos. Ele pegou alguns anzoís que estavam no frasco na prateleira e lentamente Jack empurrou a ponta do gancho através da pálpebra superior em linha reta através da parte inferior da sobrancelha e para fora do topo, prendendo  permanentemente aberto. Então ele tirou um segundo gancho empurrando-o através da pálpebra inferior e prendendo- a no rosto. Jack repetiu o processo com o outro olho e em pouco tempo uma série de ganchos de metal pontiagudos feitos certeza Isaac não perder nenhuma ação. Jack Risonho então pegou a mesma faca que tinha usado para arremessar fora a língua de Isaac e começou a se concentrar na remoção dos lábios de Isaac. Jack cortou cuidadosamente duas longas tiras de carne fora da boca superior e inferior de Isaac, fazendo com que seus dentes e gengivas fossem completamente expostos.

-Hmm ... parece que alguém não usou o fio dental regularmente...
Jack Risonho riu baixinho quando ele chegou de volta e pegou o martelo. Isaac tentou murmurar algo implorando por misericórdia, no entanto, apenas gemidos gorgolejou escapou de sua garganta. Jack levantou o martelo no ar e com um sorriso torcido, ele bateu com ele, dando um estalo como o martelo de ferro quebrou os dentes de Isaac como argila frágil. Jack deixou cair o martelo e começou a uivar de tanto rir quando ele rasgou a camisa aberta de Isaac. Tomando a faca mais afiada, Jack fez um corte reto para baixo no peito de Isaac todo o caminho para baixo após o estômago. Isaac gemeu de dor pungente afiada como o monstro monocromático vermifugados seus dedos miseráveis ​​debaixo da pele no peito de Isaac, descascando de volta como ele estava prestes a pré-forma sua autópsia ao vivo horrível.

Primeiro Jack começou a retirar os intestinos de Isaac, do mesmo modo um mágico iria puxar uma série de panos coloridos do bolso. Então, depois cortando fora um pequeno comprimento de intestino, Jack pressionou uma extremidade contra seus lábios negros frios e começou a soprar ar para dentro do órgão. Uma vez inflada, torceu  em forma de um poodle e com uma risada alto, exclamou:
-Eu posso fazer as girafas também! - Isaac ainda permaneciam com dor e choque, como a criatura palhaço colocou suavemente o animal do balão macabro ao lado da cabeça de Isaac.

Para o seu próximo truque Jack Risonho arrancou seus rins. Segurando na mão, Jack voltou para o seu amigo em cativeiro e deu de ombros dizendo que...
- os rins não são realmente minha especialidade... - Jogando o órgão de lado Jack Risonho percebeu que Isaac estava começando a derivar para a morte.

- Já esta se sentindo-se cansado? Por que estamos quase no grand finale!
Jack Risonho exclamou quando ele chegou em sua manga e tirou uma agulha longa de adrenalina.
- Isso deve animar você em cima!
Jack gritou quando ele bateu a agulha na retina de Isaac e injetou o líquido em sua cavidade ocular direita. Jack mexeu e virou a agulha ainda mais em globo ocular de seu velho companheiro, Isaac cambaleou de volta à vida com a sensação de uma agulha fina raspar a parte de trás de sua cavidade ocular. Com uma risada sinistra Jack arrancou a agulha, puxando o olho para fora com ele. O olho direito de Isaac agora pendurado fora de seu soquete do pedúnculo ocular, uma vez que driblou para o lado de seu rosto.

Jack sorriu.
-Bem, agora que eu tenho toda a sua atenção...
O palhaço insidioso em seguida, tomou o seu longo dedo indicador torto e feito um buraco no estômago de Isaac. Jack abaixou a cabeça para baixo em direção a cavidade torácica aberta e estendeu a boca aberta. Em poucos segundos uma torrente de baratas imundas começou a rastejar para fora da garganta do palhaço, derramando peito aberto de Isaac. Cada barata vil rastreados e empurrou o seu caminho para a pequena abertura no estômago de Isaac, enchendo ele de insetos repugnantes. Como seu estômago ficou inchado com insetos, as baratas começaram a apressar-se a garganta, apertando o seu caminho para fora da boca e cavidade nasal.

Isaac estava a centímetros da morte quando seu captor se ajoelhou ao lado dele e falou em seu ouvido:
- Tem sido uma magia de explosão, mas parece que o nosso tempo juntos esta acabando. Não há necessidade de lágrimas, porque eu pretendo espalhar minha amizade para todas as crianças solitárias do mundo!
E com o que disse, Jack Risonho enfiou a mão no peito de Isaac e arrancou o coração ainda batendo.

Como sua vida sangrou nessa cama de madeira fria, a vida de Isaac passou diante de seus olhos. Ele viu sua mãe, seu pai, o colégio interno, suas vítimas, e o último pensamento que vibrou em sua mente, era de um Natal muito especial, onde ele acordou para encontrar em sua cama uma caixinha que lhe deu seu primeiro amigo...

Há rumores de que, quando a polícia finalmente encontrou larva podre de Isaac Grossman infestada cadáver semanas mais tarde na véspera de Natal, que apesar de seu rosto havia sido surrado e rasgado em pedaços... Ele quase parecia... feliz.

Tradução: Sigma / Matheus

O Dementador

Galera Tive Que Postar Esta CreepyPasta 100% Boa.




Havia uma lenda sobre um silo abandonado que foi construido no meio da floresta do outro lado da cidade.  Varias madeiras foram localizados no meio de um campo ao lado do também abandonado trilhos de trem...nunca tive medo dessas lendas urbanas.
Confesso que avisão daquele lugar é assustador, mas são apenas silos abandonados e  enferrujados. De qualquer modo alguns rumores seespalharam pelas redondezas de que aquele lugar é assombrado por um velhoagricultor que se enforcou no silo e mata qualquer um que entrar la.
[risos ]Acho issouma enorme besteira, deve ser apenas um lenda para manter crianças estúpidas e curiosose longe do silo, apesar de abandonado, o dono deve ter algum plano para reabrirou vender os equipamentos e o terreno. Mesmo assim dizem que o silo as vezes éum ponto de encontro onde jovens vão para usar drogas, ouvir um bom e velhorock’n roll, beber e até fazer sexo.

Assim, com os comentários positivos e negativos meu grupo de amigos e eu decidimosdar uma olhada. Decidimos aumentar a bizarrice, optando por visitar o silo emum dia sombrio e nublado. Então chegou o dia e meus amigos , Daniel , Ana, e Paulo,marcamos de nos encontrar na minha casa, pois era ao lado da ferrovia.

Caminhamos pelo longos trilhos da ferrovia, conversando e rindo, nos divertimosno caminho ... até que vi ... O silo parecia, normal, apenas localizado ali,iminente sobre as altas árvores. Curiosos, caminhamos em direção a ele comsorriso no rosto, conforme nos aproximavamos nós diminuiamos o som da nossas conversas. Chegamos ainda mais pertos e começamos asentir frio... como se houvesse algum tipo refrigerador no local, o frioprovocou arrepios em nossas espinha ... Inferno!

Paulo ainda deixou escapar um pequeno gritinho. Nós andamos ao redor dascircunferências daqueles silos procurando uma entrada ou algo do tipo. Acabamosencontrando uma escada que conduz para dentro do silo. Os degraus da escada levavampara um pequeno tipo de porta de confinamento... Todas estavam firmimentestrancadas, exceto por uma...

Apesar de ja ter sido preso por isso Daniel sabia abrir escotilhas desse tipo,então poucos minutos estávamos dentro do silo de pé sobre o feno deixado ládentro. No centro havia um grande buraco, que dava acesso a algum tipo deesgoto. Estava escuro, mas podíamos sentir um fluxo constante de ar que vinhado fundo.

Curiosamente, havia uma corda que possibilitava qualquer um descer. Sendo aúnica pessoa que estava realmente preparado para uma aventura fui o unicointeligênte que trouxe lanterna na mochila. Segurando a lanterna na minha boca,comecei a descer. Desci até o fundo, até chegar ao fim. Tudo parecia seguroenquanto eu olhava para o feno que estava espalhado, a sujeira e também outraescotilha peculiar. Eu acenei com a lanterna para os outros a descerem.

Enquanto desciam ... Percebi que a corda estava coberta com algo, algo da corera vermelha. Eu não desmostrei meu medo e mostrei aos outros a escotilha queeu encontrei. Daniel abriu, revelando um um tunel  escuro... Agora estavamos fodidos, aquelaescotilha tinha um cheiro insuportavel de ... morte. Os outros tinham percebidoisso também e,  é claro, Paulochoramingou como uma putinha.
Ana acaboucriando coragem tomou a lanterna de minha mão e foi caminhando na frente emdireção aquela escotilha.

Nós a seguimos e nós andamos através deste túnel escuro por cerca de 10 a 15minutos, até que chegamos a outra escotilha e abrimos. Uma luz brilhante encheuo túnel e ouvimos algo. Um rugido agudo seguido pelos sons de algo correndo emnossa direção. Em uma tentativa desesperada para evitar a criatura que tinhafeito esse som assustador, nós corremos. Uma vez que ja estávamos fora do túnelfachamos a escotilha, na tentativa de bloqueá-lo.

O som parou e respiramos um suspiro de alívio observado o local que fomos parar.Nós estávamos em um bloco de concreto que parecia ser uma fossa séptica antiga,mas com uma abertura na parte superior e através dessa abertura pudemos ver afloresta acima. Começamos a subir para sair e então aconteceu. Novamente o ouvimosaquele som maldito de novo! Paulo era o unico que ainda não tinha subido ...Pobre, pobre Paulo. A criatura afundou suas garras na escotilha aquelas garrasafiadas estenderam e agarrou a perna Paulo, apertado, ele para dentro do túnel.Nós ouvimos seus gritos aterrorizados e, de repente ... parou.

Ouvimos o estalar agudo de ossos e o som de sua carne sendo arrancada. Nósficamos paralisados de medo, o som do Paulo sendo morto foi revoltante... Anaacabou vomitando. Depois começamos a correr através das moitas. Nós procuramosuma maneira de sair de la por pelo menos uma hora, mas paercebemos que aquelaparte da floresta era fechada em um grande perímetro com cerca de arame farpado.

Entrámos em pânico por não saber pra onde ir e saber que a criatura estava seaproximando cada vez mais. A noite foi chegando rápida, Ana subiu no alto deuma árvore esperando que a criatura não o alcançasse. Daniel se enfiou em umpequeno buraco no chão para se esconder, péssima idéia. Mais uma vez , ouvimoso rugido daquela coisa saindo de sua "toca". Desesperadamente eutambém subi em uma árvore alta e de lá vi Daniel escondido no buraco.

Eu também, consegui ver a criatura que estava nos perseguindo. Foi a coisa maisgrotesca que eu já vi. Seu rosto estava com uma máscara, branca pálido, contraa sua pele escura. O rosto parecia ter apenas dois buracos para os olhosescuros e um grande sorriso estendeu por todo seu rosto. Depois de algunsinstantes observando, eu percebi o que era a máscara, era uma máscara feita apartir de rosto esfolado Paulo. Eu estava assustado vendo a coisa seaproximando do local onde o Daniel estava escondido.

Me sentei na árvore enquanto eu observava Daniel correndo de medo, mas nãodemorou muito até que a criatura o alcançou. Ele colocou suas duas garras nopeito do Daniel e o rasgou em pedaços com facilidade incrivel. Sim ... Oh Deus!... Aquilo começou a arrancar a pele do rosto do Daniel.
A pele do rostodo Paulo havia se desintegrado e rapidamente substituído por uma máscara feitaa partir do rosto do Daniel com os mesmos olhos ocos e aquele enorme sorriso.Em seguida, aquela coisa com o rosto do Daniel olhou diretamente para mim faloucom uma voz suave e rouca : "Eu sou um dementador". Então ele começoua rastejar de volta para sua toca. De outra árvore ouvi Ana chorar, eu aceneipara ela descer assim como eu desci e disse a ela que sabia como sair daquelelugar vivo.
Hesitante, ela desceu e eu fui até a cerca de arame farpado e agarrei o fiocortante abrindo de tamanho suficiente para que possamos passar. Minhas mãossangravam, mas eu ignorei a dor. Novamente, aquela coisa que se denominava“dementador” começou a gritar. Nós ja estavamos do lado de fora. Sangrando,corri com Ana e ignorei a dor, correndo, até que finalmente chegamos em nossascasas.

Dez anos se passaram, Ana e eu estávamos casados e estávamos felizes. Digo queestávamos por uma razão... a mesma razão pela qual eu estou contando essahistória hoje... Ana está morta. Ela teve uma morte horrível, muito horrível .A polícia foi chamada ao local depois de um casal saio para um passeio pelafloresta. Encontraram o corpo dela mutilada sem rosto. Quando digo “sem rosto”quero dizer que a pele de seu rosto foi arrancado.

Isso só pode significar que o dementador está livre! Esta livre e está vindodiretamente para mim! Eu sei que é isso! Isto é horrível! Agora ... eu estouolhando para a nossa foto de casamento tentando me acalmar com as lembrançasfelizes.

Não ajudou em nada ... Porque no reflexo do vidro vi um rosto lentamente vindoem minha direção, o rosto de Ana, só que não tinha os olhos dela e tinha aquelesorriso aterrorizante. O dementador,  eleestá aqui, ele veio para me levar! Sinto suas mãos perfurar meu peito. Nestemomento... eu percebi o motivo dele fazer isto. Ele mata... para libertar aspessoas do inferno que agora existe neste mundo... e eu ganhei o privilégio deser liberado. E sei que daqui a pouco, irei sorrir.

Experimento 84-B

Muitos dizem que eu sou mal, mas eu não sou. Muitos dizem que eu sou diferente, mas eu não sou. Muitos dizem que eu sou louco, mas eu não sou. Eu sou solitário. Eu ando sozinho, sem ninguém para me confortar, sem ninguém para me amar. 
Eu costumava ser normal, como você.
 

Engraçado, eu sempre odiei fazer parte da multidão "normal". Você deve apreciar o que você tem. Você deve rezar para que você nunca tem que sentir o que eu sinto.
 
Ódio. Depressão. Abandono. Traição.
 Vocês todos têm vidas. Você tem esperança. Perdi essas coisas para um louco. Ele é o único que é verdadeiramente mal! NÃO EU! Ele roubou a minha vida, a minha esperança, tudo! Ele deixou-me a apodrecer, depois de sua experiência maldita! Ele me acolheu de braços abertos. Ele me prometeu uma nova vida. Um melhor do que o que eu vivi. Ele MENTIU! Ele roubou tudo de mim! Ainda me lembro do dia ... 

Eu era um menino forte, recém-saído do ensino médio. O sol estava brilhando, mas eu estava detestando. Eu senti como se todo mundo que eu vi estivesse me olhando, me julgando! E eles foram, oh como eles estavam...
 
Minha viagem para casa do último dia de escola foi o seu inferno habitual. As crianças que andar por em seus carros e gritar "CANSAÇO!" e "BANHO!" Eu simplesmente tinha que pegá-las, ou eu?
 
Um pensamento me ocorreu: essas crianças estão lentamente me matando de qualquer maneira, por que não torná-la rápida e indolor? Eu estava cego pela dor. Se eu soubesse o que sei agora, então eu nunca teria pegado a corda no meu porão.
 
Mas onde fazê-lo? Não na minha casa. Eu odiava minha mãe, mas não o suficiente para abalar ela mentalmente. Peguei um beco perto da periferia da cidade. Eu estava amarrando uma corda em um poste quando me chamaram e eu olhei para o beco. (Para aqueles que não entenderam ele iria se suicidar)
 
Jovem, o que você está fazendo?
 
Acabando com isso!
 
-Você está louco? Venha, venha comigo. Acredito que posso ajudá-lo.
 
Me Ajudar? Você está fora de sua cadeira de balanço, velho. Deixe-me morrer em paz
 !
Agora eu não posso permitir isso! Ele agarrou meu braço. – Venha.
 
Enquanto eu lutava, ele puxava com mais força. Eu caí e ele me pegou. Ele rapidamente me arrastou para dentro e fechou a porta atrás de nós.
 
Jovem, eu acho que posso ajudá-lo. Eu sei como você está se sentindo. Simplesmente me ouça.
 
Maldito seja! Tudo bem, mas depressa
 
A vida é uma coisa preciosa, mas o que você diria se eu pudesse dar-lhe uma nova, de graça?
 
-Duvido muito disso, mas me diz ai... onde eu assino? 

Bom. Estive fazendo pesquisa da anatomia humana, e depois de algumas experiências eu acho que tenho dominado a manipulação da forma humana. Acredito que posso fazê-lo em alguma coisa, ou alguém, você quer. Naturalmente, existem circunstâncias.
 
- Como o quê?
 
Ele puxou uma folha de papel. "Bem, em primeiro lugar, assine aqui.
 
- E se eu não quiser?
 
- Bem, em que se encontra a segunda circunstância ... você não tem uma escolha.
 
- O quê?
 
- Você me ouviu, meu caro. - Ele pegou uma seringa com um líquido verde. - Agora fique quieto!
 
Eu tentei correr, tentei gritar, mas ele me agarrou. Ele forçou a agulha no meu pescoço, e tudo ficou preto.
 

Acordei em uma câmara de vidro. Eu estava em um terno, por algum motivo.
 
Segundos depois eu acordei e ele entrou na sala em um jaleco.
 
- Olá, meu amigo! Será que você teve uma bela soneca?
 
- Onde diabos estou?"
 
- Isso não é da sua conta. Tudo que você tem a fazer é sentar-se e deixar-me fazer todo o trabalho.
 
- Deixe-me sair, seu psicopata Eu vou matar você!
 
- Eu não tenho medo não, minha criança. Você vai sentar-se enquanto eu faço história!
 
- História?
 
- Sim, quando eu executar com êxito uma transformação de corpo inteiro em você.
 
-Você não pode!
 
- Ah, mas eu posso. - Ele virou um interruptor, e começou a falar em um microfone. -Teste, teste. Bom. Agora, vamos começar com o experimento 84-B.
 
O que diabos você está fazendo?
 
- Sinais vitais do paciente parecem estar normais. No entanto, sua frequência cardíaca subiu rapidamente. Atividade cerebral é alta, e os níveis de insulina estão normais.
 
- Deixe-me ir!
 
- Pronto para começar a experiência. - Ele virou-se para uma alavanca. - Ativando um nó. E ele puxou.
 
Um raio de energia perfurou meu corpo. Eu não conseguia nem gritar. Minha visão turva e de repente eu estava cego.
 
- Aparência do sujeito começa a mudar. Ativando nó dois.
 
A dor aumentou. Senti minha boca fechar-se, e os meus olhos também.
 
O rosto completamente transformado. Ativando nó-
 
Uma sirene soou. "Erro Erro! Fusão em andamento!"
 
Ele gritou: "Não! Sua face e membros não ainda totalmente desenvolvidos! Devo salvar a experiência!"
 
A última coisa que ouvi foi um estrondo.
 

Acordei mais uma vez entre os escombros. Eu mal podia ver, era como se uma tela de algum tipo coberto meus olhos. Senti minha boca como se tivesse sido costurada. Eu não conseguia respirar, pois meu nariz tinha fechado também. Mas, de alguma forma, eu não preciso respirar mais.
 
Levantei-me. Meus braços e pernas estavam estranhos. Levei quase um minuto para recuperar o controle deles. Comecei a andar entre os escombros. Um computador estava quebrado perto de um pé desmembrado. Um rastro de sangue me levou a um corredor e, em seguida, uma porta. Eu podia ouvir grunhidos por trás dele.
 
Eu abri a porta e vi um policial com algumas placas de concreto caído sobre uma outra porta. Ele se virou e me viu. Ele então gritou e correu. Eu tentei gritar para ele parar, mas eu não podia falar. Então, eu o persegui.
 
Quando comecei a correr, eu sentia minhas pernas mudando, como se estivessem crescendo, enquanto eu mudava. Eu logo o apanhei ele e quando cheguei para pegar seu ombro, um tentáculo atirou-se do meu braço e empalou no peito. Ele xingou e caiu.
 
Que diabos aconteceu? Eu pensava.
 
Olhei por cima do seu corpo moribundo. Havia um buraco no peito. Eu não podia fazer nada para salvá-lo.
 
Eu continuei a seguir o rastro de sangue, até que me deparei com o corpo do homem. Ele foi esmagado por uma viga caída. Levantei-o, sem perceber até mais tarde a força que a tarefa deveria ter exigido. Com raiva, eu arremessei seu corpo no muro e fui salpicado com uma chuva de sangue.
 
Tentei fugir do prédio, mas a toda vez era um beco sem saída. Eu continuei procurando, até que entrei em um banheiro. Eu precisava tirar esse sangue da minha mão. Entrei no banheiro e me olhei no espelho. E eu percebi uma coisa ...
 
Eu não tinha um rosto.
 

Então agora eu estou marcado como um monstro.
 
Eu moro em pesadelos de adolescentes e adultos.
 
Tudo por causa desse bastardo.
 
Logo após esta experiência, eu descobri meus verdadeiros poderes. Eu poderia esticar meus braços e pernas para comprimentos desumanos, e até mesmo produzir tentáculos das minhas costas.
 
Depois de toda esta experiência, tudo que eu quero é um amigo. Então, acho que as pessoas, as crianças. Eles são os únicos que não me olham com o medo. Costumo brincar com eles. Mas eu não posso sempre controlar o meu corpo. De vez em quando eu falho e alguém morre. Mas não é culpa minha. Eu só procuro companhia.
 
Este é o meu fardo. E irei carregá-lo eternamente.
 
Eu gosto de fotos. Eu gosto de esconder-me nelas. Há sempre pessoas fotografando a vida selvagem, então eu resido nas florestas. Eu faço o que eu compreendo agora a ser "photobombing". Mas sempre posso controlar a pessoa a se abaixarem, porque eu queria ver como eu pareço na foto, eles correm. E uma coisa leva a outra e de repente outra pessoa morre em minha mão.
 
Eu prometo que eu nunca pretendo qualquer verdadeiro dano, mas eu perdi meu senso de... bem, tudo. Eu já não sei como ser uma pessoa. As coisas nunca parecem ir bem para mim, alguém sempre acaba morto.
 
Eu simplesmente te pergunto isso, quando você me ver, não fuja. Na verdade, corra para mim, me receba. Significaria muito para mim. E só isso pode salvar sua vida.
 
Mas então, como você vai saber que sou eu? Tenho certeza que você já ouviu falar de mim. E se você não tiver, você pode facilmente encontrar algumas fotos minhas na internet. Basta ir no Google e digite "Slender Man".


Tradução: Sigma